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March 05

O Caso kelly

  O Caso kelly
Por Reinaldo Stabolito
 
  Na ampla casuística ufológica, não é incomum encontrar contatos onde as testemunhas reajam de forma violenta, sem que realmente exista uma agressão prévia. O cinema do gênero está repleto de situações de confronto com seres extraterrestres evidenciando nossa xenofobia ao desconhecido. Normalmente, para o ser humano, o que não pode ser assimilado e compreendido deve ser destruído. Sendo assim, chega a ser compreensível encontrar situações onde a reação das testemunhas acaba  sendo drástica e violenta. Um bom exemplo disso é o Caso Kelly, ocorrido na madrugada entre os dias 21 e 22 de agosto de 1965, em Kelly, um pequeno vilarejo próximo a Hopkinsville, estado de Kentucky (EUA). Todos os protagonistas desse caso fazem parte da família Sutton.
                   
 
  Aproximadamente às 07:00 horas do dia 21 de agosto, Billy Ray Taylor saiu da casa para ir pegar água no quintal, onde havia um poço. Enquanto estava recolhendo a água, um objeto prateado, que emitia várias cores luminosas por toda a sua fuselagem, passou por cima da casa e parou na altura de uma depressão do terreno, próximo das cercas da fazenda. O objeto começou a descer lentamente e Billy, em pânico, retornou correndo para a casa gritando que um "disco voador" tinha pousado próximo dali. Ninguém da família deu qualquer credibilidade ao relato de Billy. Ao invés de irem até o suposto local do pouso, todos simplesmente zombaram dele.
 
  Por volta de uma hora depois, a família Sutton repara que o cachorro, que se encontrava do lado de fora da casa, estava latindo violentamente. Intrigados com tal comportamento, Lucky Sutton e Billy Ray Taylor olharam pela janela para ver o que estava acontecendo. O cão estava aparentemente aterrorizado e se escondia debaixo da casa com o rabo entre as pernas. Lucky e Taylor resolveram ir até a porta dos fundos da casa armados com um fuzil, de calibre 20, e uma carabina de caça, calibre 22, para verificar se alguém ou algum bicho havia assustado o cachorro.
 
  Já era noite e, quando abriram a porta dos fundos, Lucky e Taylor se depararam com uma cena insólita: uma criatura completamente incomum estava se aproximando. O ser tinha cerca de um 1,05 metro de altura, uma enorme cabeça redonda e desproporcional com orelhas pontudas enormes. Seus braços também eram grandes e chegavam até o chão. Suas mãos, também bastante grandes, possuíam longas unhas, parecendo garras. Os olhos, bem maiores que os dos seres humanos, possuíam fluorescência amarela e estavam bastante separados um do outro – quase nas laterais da cabeça. A criatura trajava uma vestimenta que parecia ser de metal e emitia uma luminosidade em torno de seus corpos. Ela estava indo à direção deles com os braços levantados como se estivesse sendo assaltada.
                                        
  Quando o ser ficou a uma distancia de apenas seis metros de Lucky e Taylor, eles não hesitaram: os dois abriram fogo contra a criatura. Não havia a menor chance dos dois errarem os tiros e eles puderam ouvir um som semelhante a atirar contra uma estrutura metálica, que julgaram ser resultantes das balas ao atingir a criatura. O alienígena deveria estar usando algum tipo de blindagem em sua roupa, pois não conseguiram causar qualquer dano aparente no ser, apesar dos disparos "à queima-roupa". O alienígena apenas pulou para trás, começou a flutuar e virou-se em sentido oposto dos dois atiradores, desaparecendo no meio da escuridão. Logo após isso, os dois entraram na casa e fecharam a porta dos fundos.
 
  Mas aquela fatídica noite apenas estava começando. Subitamente, surgiu uma outra criatura em uma das janelas da casa. E novamente não hesitaram: abriram fogo contra a janela, quebrando o vidro e causando várias avarias na janela. Um deles praticamente encostou a arma na janela enquanto atirava. Imediatamente, Lucky e Taylor decidiram sair da casa para conferirem se haviam matado a criatura da janela.
                                        
  Taylor atravessou a porta em primeiro lugar e, subitamente, uma grande garra desce da borda do telhado, justamente em cima de sua cabeça. A garra chegou a tocar nos cabelos de Taylor. Era uma das criaturas que estava sobre o telhado e tentava, aparentemente, agarrar Taylor. Assustados, ambos voltaram a disparar freneticamente contra a criatura. O ser, ao ser atingido pelos disparos, acabou sendo lançado por cima da casa.
 
  Ainda, os dois atiradores perceberam que havia uma outra criatura sobre um galho de uma árvore próxima deles. Tal como fizeram com as situações anteriores, descarregaram as armas sobre a criatura. Apesar da certeza de terem acertado vários projéteis de grosso calibre no ser, a criatura simplesmente flutuou até o chão e se refugiou na escuridão no meio da mata.
 
  As mulheres começaram a gritar implorando que os dois voltassem para dentro da casa. Vendo que não conseguiam causar quaisquer danos aparentes naqueles seres, Lucky e Taylor resolveram atender os pedidos e voltaram a entrar na casa. Todas as portas e janelas foram trancadas e a família Sutton, somando mais de dez pessoas contando com as mulheres e as crianças, se refugiaram na sala. E os Sutton viveram uma noite de terror, pois diversas vezes durante aquela noite os seres apareciam diante da janela olhando para dentro da casa. Depois de quase três horas, os Sutton estavam em extremo estado de pânico e, não agüentando mais aquela situação, foram até a garagem e se espremeram dentro do automóvel da família. Logo em seguida, abriram a porta da garagem e saíram com o carro em alta velocidade para a delegacia policial de Hopkinsville, a cerca de onze quilômetros da fazenda.
 
  O chefe da policia Russel Greenwell não acreditou na história absurda que toda a família Sutton havia contado, mas, em função do claro estado de histeria que todos eles apresentavam, achou melhor ir até a fazenda para verificar o que estaria acontecendo junto de outros policiais. "Os Suttons estavam aterrorizados e só poderia ser por causa de algo incomum".
                                        
  E antes de chegar na fazenda, começaram a surgir dados que poderiam reforçar a história contada pela família Sutton: um comunicado de um policial estadual avisando que meteoros estranhos, com barulho parecido com de artilharia, sobrevoavam a região. Pela descrição fornecida no rádio, os UFOs estavam indo à direção oposta das testemunhas, para o norte. Ou seja: justamente para Kelly.
 
  Ao chegarem na fazenda, os policiais não encontraram nenhuma criatura estranha e quaisquer sinais de um disco voador pousado perto das cercanias da propriedade. Porém, havia todos os sinais de tiroteios descritos pelos Sutton. O caso ganhou manchetes por todo os Estados Unidos e, em poucos dias, a cidade foi invadida por inúmeros repórteres de toda parte do país para entrevistar as testemunhas. Oficiais da Força Aérea, ufólogos civis e, até mesmo, o projeto de investigação ufológica oficial Blue Book já estavam envolvidos na investigação deste caso. Na época os próprios oficiais do Blue Book, que sempre mantiveram uma postura cética com relação ao fenômeno UFO, admitiram que a família Sutton não parecia estar mentindo. Segundo eles, o que quer que fosse que tivesse invadido a propriedade dos Sutton, era algo completamente diferente e incomum.
 
  Posteriores descrições dos Sutton davam detalhes das criaturas. O corpo daqueles assombrosos visitantes era uniformemente fluorescente na escuridão da noite, mas a luminosidade tinha um estranho aspecto metálico de cor mate. A luminosidade que emitiam de seus corpos aumentava no momento em que as testemunhas disparavam ou gritavam para eles. Não tinham pêlo, odor e características sexuais evidentes. O rasgo, que parecia ser a boca, era somente uma linha horizontal que atravessava o rosto e, ainda, em momento algum se mexeram. Os Sutton admitiram que não houve uma real atitude hostil dos seres, pois eles praticamente se limitaram a olhar pelas janelas. O único contato mais direto foi quando um deles, que estava no telhado, tentou agarrar a cabeça de Taylor.
 
* Desenhos de Jacques Lob e Robert Gigi do livro "LES APPARITIONS OVNIS" (Dargaud Editeur).
Reinaldo Stabolito é ufólogo e Coordenador Geral do INFA
 
© 2004 Copyright INFA – Todos os direitos reservados
February 20

Dois casos distintos e instigantes

  Dois casos distintos e instigantes
 
  No dia 10/06/2002 nossa reportagem esteve com duas testemunhas de avistamentos em Itaúna, um deles ocorrido em 2002 e o outro em 1974.
 
  Reportagem para Via Fanzine (2002).
 
  Viram uma luz se dirigindo de forma desordenada em direção à imensa serra de pedras no Barreiro. A luz ficou estacionada naquele local por no máximo 3 minutos, até se apagar e sumir completamente. Ele calcula que ela deveria ter no mínimo 3 metros de diâmetro, calculando pela distância de sua casa até local: cerca de 1,5 km.
(RECONSTITUIÇÃO)
           
  LUZ EM CIMA DA ÁRVORE - José Maria Damasceno, 38 anos, casado, mecânico, reside no bairro Morada Nova em Itaúna nos narrou sua incrível experiência acontecida no ano de 1974. Ele residia com a família no distrito de Campos, zona rural de Itaúna, quando numa noite, por volta das 20:30h ele e mais oito pessoas de sua família presenciaram uma intensa luz branca maior que uma estrela comum vinda do céu no sentido oeste-leste se aproximando do local onde se encontravam. Ele conta que a luz era circular, seu interior era extremamente branco, porém as bordas eram azuladas e pôde constatar que aumentava seu tamanho à medida que se aproximava.
  Segundo José Maria a luz (ou objeto envolto de luz) se aproximou muito de sua casa, estacionando numa árvore há cerca de 50 metros de distância deles. Seu pai e sua mãe caíram de joelhos acreditando que o fenômeno se tratava de manifestação espírita de um parente que havia morrido naqueles dias. Ele conta que juntamente com seus irmãos - todos meninos na época - puderam observar por alguns segundos a intensa luz estacionada no alto da árvore. Procuraram ver detalhes, olharam de vários ângulos, mas o forte brilho ofuscava seus olhos. A luz media cerca de 30 metros de diâmetro e ficou parada no alto da árvore, sua parte inferior ficou há cerca de dois metros do chão. Ali, a estranha e imensa luz ficou parada por menos de um minuto, segundo ele, como se os observasse, até que tomou o rumo original de forma súbita e desapareceu no céu numa velocidade assustadora.
 
  IRMÃO CONFIRMOU - José Maria é pessoa idônea e dando prova de sua veracidade, ligou para seu irmão em nossa presença. O irmão, Aladin Damasceno que trabalhava naquele instante numa roça nos prestou depoimento via celular e confirmou exatamente a mesma história contada por José Maria e vivenciada por toda sua família. Segundo José Maria, no dia seguinte verificaram a árvore onde “pousou” a forte luz e esta não apresentava anomalia de nenhuma espécie.
 
  LUZ NO PARQUE JARDIM - Um caso semelhante ao de José Maria foi presenciado por duas pessoas no dia 22/02/2002 na região chamada “Barreiro” em Itaúna, próxima aos bairros São Bento e Parque Jardim. Aguinaldo Geraldo de Paula, 28 anos, casado, eletricista e pai-de-santo. Ele nos mostrou a serra onde viu chegar  a luz em movimentos de zig-zag e se estacionar na mesma uma estranha luz arredondada e branca (conforme reprodução acima). Detalhe: As bordas do objeto luminoso eram azuladas e ele teria vindo de oeste para leste.
  Aguinaldo conta que eram 21h45 estava presente em sua casa o Sr. Levy Ferreira da Silva quando viram uma luz se dirigindo de forma desordenada (baixando e subindo) em direção à imensa serra de pedras no Barreiro. De sua casa pudemos ver o local exato em que ele disse que a luz desceu: uma cavidade entre duas grandes saliências da serra de pedra. A luz ficou estacionada naquele local por no máximo 3 minutos, até se apagar e sumir completamente. Ele calcula que ela deveria ter no mínimo 3 metros de diâmetro, calculando pela distância de sua casa até local: cerca de 1,5 km.
 
  LABIRINTITE - Aguinaldo conta que no dia seguinte subiu a serra e acessou o local onde a luz estacionara. Segundo ele, exatamente no local onde a luz estacionou havia marcas na laje, como se a mesma tivesse sido riscada por algum objeto muito duro. Ele conta também que quando voltou para casa sentiu fortes dores no corpo e ainda, que no dia do avistamento sentiu as vistas escurecerem e um pouco de tontura ao observar a luz. Procurando um médico depois o mesmo constatou que ele havia sofrido uma labirintite. Por se tratar de um caso recente, iremos investigar o local e verificar se ainda existem as marcas encontradas por Aguinaldo.
 
  PARANORMALIDADE - Dois casos distantes no tempo, porém com alguns pontos em comum. Tanto José Maria quanto Aguinaldo já tiveram em suas vidas experiências chamadas paranormais.
 
  HOMENS ENORMES - José Maria contou que há cerca de 8 anos, em sua casa no Morada Nova estava semi acordado, pois conseguia ouvir vozes na rua. De repente, ele viu atravessar a parede de seu quarto dois homens enormes, trajando, como ele disse “roupas de padres”, um deles com um estranho objeto oval na mão. Um deles colocou a mão em sua cabeça e introduziu dentro dela o estranho objeto, ele não teve reação alguma e apenas observou o que faziam, acreditando ser um sonho. Conta que sentiu uma mão percorrendo dota extensão de sua cabeça em sentido vertical. Segundo ele, a partir de então, desenvolveu de forma surpreendente, incríveis habilidades para se dar com a mecânica de autos, sem jamais ter feito nenhum curso especializante em sua vida. Ele garante que atualmente consertar defeitos de qualquer veículo e nos contou alguns casos que atestam sua grande habilidade como mecânico, após o ocorrido.
 
  SERES VERDES GOSMENTOS - Por sua vez, Aguinaldo contou que no ano de 1993 morava no bairro Várzea da Olaria, na parte de baixo da rodovia MG-050 e presenciou um fato deveras intrigante. Conta que neste dia havia bebido com um amigo e ao chegar em casa havia duas pessoas chupando laranja no sofá de sua sala. Estava alcoolizado e apenas disse às visitas: “esperem que vou ao banheiro e já volto”. Quando voltou do banheiro as duas figuras não se encontravam mais na sua sala. O mais surpreendente foi ter notado depois que "as pessoas" eram verdes, com enormes cabeças e olhos grandes e amendoados (fizemos para ele um desenho de um gray, ele confirmou as semelhanças). Disse que ao vê-los não se assustou e não sabe explicar por que; diz que parecia ser normal tê-los visto ali, naquele momento. Conta que a pele deles tinha a textura das peles de lesmas, porém de um verde musgo claro e que até seus olhos eram esverdeados.
  Esta visão poderia ser fruto de uma alucinação alcoólica, não fosse a estranha marca que ficou no chão de sua sala, exatamente no local onde eles estavam com seus pés. Segundo ele, ficou uma grande quantidade de gosma, semelhante àquela que as lesmas deixam por onde passam.
 
  A CASUÍSTICA ITAUNENSE - Estes são apenas mais alguns casos que pudemos registrar da rica casuística ufológica itaunense. Acreditamos que muitos outros mistérios se escondem nestas paragens de Sant’Ana e que na maioria das vezes são interpretados erroneamente e chamados de assombrações, fantasmas, anjos, demônios, almas e santo(a)s...
- Comentário:  As suas pessoas abordadas acima são de natureza bem distinta. Porém, ambos jamais tiveram qualquer interesse por fatos de origem ufológica anteriormente. O caso de Agnaldo, que afirma ter sido visitado por "seres gosmentos" é pra lá de fantástico e não sabemos até onde foi real ou imaginário, já que se encontrava alcoolizado. destas abordagens podemos assegurar somente, que ambos os entrevistados responderam todas as nossas questões de forma segura e olhando em nosso olho.
 
Fonte:
 
 

Mistérios que brilham feito ouro

  MORRO GRANDE EM ITAÚNA:
 
  Mistérios que brilham feito ouro*
 
  A região do Morro Grande na MG-050 é palco de acontecimentos incríveis.
  Contaram que usaram várias ferramentas e na companhia de mais duas pessoas cavaram muito o local nas imediações de onde sabiam que a luz costuma descer.
  Quando lhe perguntei se acharam uma espada de ouro nas escavações, trocaram olhares entre si e João me disse na ponta da língua, que acharam mesmo uma espada, porém, que não era de ouro, era de ferro e estava enferrujada.
                

  MORRO GRANDE - O Morro Grande se localiza na rodovia MG-050, a 6 km do centro de Itaúna. No local, em várias épocas, foram registrados diversos avistamentos luminosos, presenciados por pessoas de culturas distintas. O local preserva também, alguns enigmas e lendas a respeito de fatos inexplicáveis. Detalhe: o “morro grande” é o local de maior acidente automobilístico na MG-050 no município de Itaúna. Por se tratar uma serra íngreme e longa, a pista traiçoeira tirou já vida de várias pessoas em acidentes que aconteceram e ainda acontecem naquele local.
 
  LUZ - Percorri algumas fazendas daquela região (faltando outras para ainda pesquisar) e recebi informações sobre um caseiro, que um tal Sr. João (nome fictício) que morava numa fazenda ali perto. Segundo a informação, este senhor teria achado certa vez, naquela região, uma espada de ouro. Segundo ele, a espada foi encontrada após escavarem o local onde uma estranha luz era vista constantemente pelos moradores. Segundo ele, aquela luz era a Mãe do Ouro e havia mesmo ouro por ali. [Nota: Na crença dos sertanistas, a ‘Mãe do Ouro', avistada como uma bola de fogo, seria uma espécie de protetora do ouro existente nos locais em que ela é avistada].
 
  RELATOS - Fui de motocicleta até a tal fazenda que preferimos não identificar o nome, por ser bastante conhecida no município. Procuramos o caseiro, que chamaremos aqui de Sr. João, que tinha 55 anos e o encontramos na companhia de seu irmão, que chamaremos de Manoel, de 57 anos. Suas peles morenas do sol do campo, sustentavam fisionomias cansadas aparentando ter a idade mais avançada. Os dois me receberam cordialmente, mas, senti que um clima de desconfiança estava pairando no ar. Perguntei se já haviam visto alguma luz no céu ou perambulando pelo campo. João me disse que mora no local há 40 anos, e que avistou certa vez, uma luz descendo numa montanha [apontando com o indicador para a tal montanha], há uns 30 anos. “Desceu uma luz e sumiu no lugar onde morava um pessoal que mexia com espiritismo” - contou. Comentando o relato do irmão, Manoel confirmou que há vários anos tinha um pessoal naquele local “mexendo com estas luzes”.
 
  ESPADA ENFERRUJADA - Naquela época os irmãos moravam juntos, e numa certa noite, ambos viram quando uma espécie de “balaio de fogo” – como disseram - veio descendo devagar perto da casa deste pessoal “que mexia com as luzes”. Manoel contou que, às vezes, esta luz ainda aparece por lá. Eu tentei puxar assunto para ver se iam falar alguma coisa sobre a espada de ouro. Perguntei-lhes se não ficaram intrigados com aquela luz descendo na serra. Mais envoltos no assunto e parecendo confiar mais em mim, por fim, ambos confessaram que após verem os fenômenos luminosos naquele local, foram lá quando não havia ninguém e procuraram ouro mesmo. Contaram que usaram várias ferramentas e na companhia de mais duas pessoas (amigos) cavaram muito o local nas imediações de onde sabiam que a luz costuma descer. Quando lhe perguntei se acharam uma espada de ouro nas escavações, trocaram olhares entre si e João me disse na ponta da língua, que acharam mesmo uma espada, porém, que não era de ouro, era de ferro e estava enferrujada. Ele disse acreditar que a tal espada fazia parte dos rituais de “macumba” das pessoas que antigamente viviam na casa onde descia a luz.
 
  LUZ NO CURRAL - O neto de Manoel de 9 anos, que estava conosco ouvindo atentamente a conversa. O menino então pediu para ele me contar sobre a luz que havia visto dentro do curral. Manoel meio contrariado, disse que viu uma “espécie de tocha vermelha, parecendo uma brasa”, no chão de seu curral. Segundo ele, a luz não se movimentou e pouco depois desapareceu no mesmo lugar.
  Parecia que os irmãos não queriam divulgar informações precisas sobre estas ocorrências daquele local. Pessoalmente, acredito que tiveram outras experiências acerca daquela luz e quiçá de outros fatos, mas não desejavam revelar. O local onde vivem dista poucas centenas de metros da Serra da Mata da Onça, o local de maior “incidência luminosa desconhecida” em Itaúna.
 
* Reportagem de 2000. Publicada com exclusividade no informativo Ufomania (Arte Viva, Itaúna-MG, 2000).
 
- Comentário: A região do Morro Grande está intimamente ligada geograficamente à Serra Mata da Onça, o local de maior incidência de avistamentos luminosos em Itaúna nas últimas décadas. Um dos flancos da serra (oposto à granja escola da prefeitura) tange com toda a região do Morro Grande, local fatídico também, pois ali dezenas de pessoas perderam suas vidas em acidentes automobilísticos, visto a perigosa inclinação na pista da rodovia MG-050.
  O fato é que na época em que fiz esta reportagem pude percorrer outras fazendas daquelas cercanias e ouvir histórias incríveis sobre objetos luminosos, ou simplesmente “luzes” que vagavam pela noite, sem qualquer explicação sensata para as mesmas. As testemunhas, a maioria gente humilde e sem cultura, me narrava sempre com emoção histórias incríveis, mesmo temendo que eu lhe julgasse a sanidade mental. Conseguimos publicar em 2000, em Via Fanzine e Ufomania [publicação ufológica que mantivemos durante o ano de 2000] alguns destes episódios da rica e tímida casuística ufológica de Itaúna.
 
Fonte:
 
 

Homem se desmaterializou em Itabúna

  HOMEM SE DESMATERIALIZOU EM ITAÚNA
  Menino de 12 anos presenciou o que pode ter sido uma projeção holográfica.
  Quando voltou o seu olhar rapidamente para o estranho (pasmem!), este estava se desmaterializando. Segundo a testemunha, seu corpo já havia desaparecido da cintura para baixo. Isso há a cerca de 10 metros de R.S. que ficou pasmado sem poder acreditar no que estava vendo. A testemunha disse que pôde contemplar o homem desaparecer completamente, da cintura para cima.
                  
  NUM PROSTÍBULO - Um caso impressionante ocorreu com o rapaz R.S. quando tinha 12 anos de idade, hoje com 38. Ele nos conta que na infância, morava perto de um meretrício em Itaúna/MG, em um lugar denominado “Alto do Rosário”. Disse que era costume, de as prostitutas do lugar, lhe mandar pedir cigarro aos homens “novatos” que chegavam no prostíbulo. Ao pedir o cigarro para o homem, o menino anunciava então ao estranho, que tal mulher queria conversar ele.
  HOMEM DE CHAPÉU - Numa noite de 1979 (não soube precisar o mês), estava RS em frente à casa de prostituição, quando a prostituta Maria (nome fictício) lhe pediu para ir pegar um cigarro com um homem que estava a cerca de 20 metros deles. Ele descreveu o estranho usando chapéu cobrindo parcialmente o rosto, com estatura mediana (cerca de 1,75m, talvez), roupas comuns escuras (não reparou detalhes), era uma pessoa completamente normal, segundo informou.
  SUMIU DIANTE DOS OLHOS - R.S. partiu meio envergonhado e cabisbaixo em direção ao estranho para lhe pedir o cigarro e anunciar o interessa da mulher. Mas, qual foi o susto, quando neste instante, Maria caiu desacordada atrás dele, que olhou rapidamente e a viu estendida no chão. Quando voltou o seu olhar rapidamente para o estranho (pasmem!), este estava se desmaterializando. Segundo a testemunha, seu corpo já havia desaparecido da cintura para baixo. Isso há a cerca de 10 metros de R.S. que ficou pasmado sem poder acreditar no que estava vendo. A testemunha disse que pôde contemplar o homem desaparecer completamente, da cintura para cima.
  DIFÍCIL DE ENTENDER - Na época RS contou este fato para várias pessoas, mas, todos pensavam que ele estava louco. Concluindo, ele conta ainda, que a pouco tempo encontrou com a tal Maria na rua e eles lembraram aquele misterioso encontro de 1979. Maria lhe confirmou a lembrança da estranha experiência, disse que desmaiou quando viu os pés dedo homem começarem a desaparecer, confessou-lhe também que até hoje não consegue entender como aquilo aconteceu.
  Antes de nos contar o caso, RS jamais havia o associado a algum tipo de fenômeno ufológico.
- Comentário: Pensamos que, seja quem fosse o tal homem, certamente ele estaria ali para investigar de alguma forma o comportamento humano, no caso a sexualidade, já que na época, este local era repleto de casas de prostituição. E, ao perceber que o menino RS estava chegando perto dele, por algum motivo, efetuou o desaparecimento relatado. Nos resta saber se sua imagem era apenas uma projeção imaterial ou, de fato, um corpo físico usando tecnologias quânticas, as quais permitem que as partículas sólidas de seu corpo sejam ordenadas em ondas, e vice-versa.
- P.S.: A testemunha que nos narrou o caso acima, RS, é conhecido nosso a vários anos. Trata-se de pessoa de ótima índole, conhecidíssima na cidade e até no país; de perfeita saúde mental; não possui nem possuía vícios na época do ocorrido.
 
Fonte:
November 16

No Ceará, ufólogo exibe "crânio de ET"

  Um objeto com formato oval, dois grandes orifícios laterais e um outro central, encontrado há duas semanas em uma área deserta de Quixadá, no sertão central do Ceará, está sendo estudado por ufólogos.
Segundo eles, o crânio pode ser de um extraterrestre.
Rodeada por monólitos  (grandes formações rochosas) , Quixadá, localizada a 170 km de Fortaleza, é tida como uma das principais cidades do País para a ufologia.
Os "registros" de ovnis (objetos voadores não identificados) estudados pelo Centro de Pesquisas Ufológicas passam de 350.
Nos registros, as pessoas geralmente dizem ver luzes anormais no céu, que relacionam a discos voadores, mas há também histórias sobre a visão de extraterrestres.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, sem ainda ter certeza do que se trata a peça encontrada em Quixadá, o ufólogo Robisson Alencar, que vive na região, já exibiu a peça no final de semana em praça pública, durante uma feira de agronegócios.
Ele pretende agora submetê-la à avaliação de biólogos e zoólogos da Faculdade Católica Rainha do Sertão, de Quixadá, para confirmar que não é o osso de nenhum animal terrestre.
September 18

Satélite NOAA fotografa OVNI

  Satélite NOAA fotografa OVNI gigante na órbita da Terra
Segunda-feira, 13 de dezembro de 1999.

 Administração Atmosférica e Oceânica Nacional (NOAA) tem vários satélites de desenvolvimento atmosféricos (GOES) em órbita da Terra para observar o nosso tempo. No dia 21 de novembro, às 14:45hs (GMT) esses satélites fotografaram um enorme OVNI de milhares de Km de extensão sobre a Terra, mais precisamente sobre o estado de Washington, EUA.
A Universidade do Colorado também está com as fotos para estudá-la. Um dos satélites foi feito para detectar vapor d'água ou nuvens. Quando estas fotos foram vistas o OVNI foi observado. Ele seria uma espécie de nave-mãe. Foi discutida a possibilidade de que o objeto fosse um erro de imagem do computador.
Imagens semelhantes foram feitas no dia 8 de junho de 1995 sobre a América do Sul, que também gerou muita polêmica. Philip Imbrogno pesquisou as imagens e a NOAA disse que era uma sombra da lua em forma de OVNI. Essa desculpa não pode ser dada neste caso. Esse OVNI ficou presente por apenas alguns minutos e não é visto em imagens anteriores ou posteriores. O OVNI tem estrutura, janelas e irradia um calor infravermelho muito quente. As imagens estão disponíveis no site: http://www.filersfiles.com/
September 17

Desaparecimento em Kinross

   DESAPARECIMENTO EM KINROSS    
                                                 
  A noite de 23 de novembro de 1953, o radar da Base Aérea de Truax detectou um sinal não identificado sobre Kinross, EUA. Por ser uma área restrita, o sinal não podia ser identificado com facilidade, então um caça F-89 foi interceptá-lo. O radar de terra captou o avião, pilotado pelo tenente Felix Moncla Jr., na direção de um OVNI.
 
  O pessoal de terra perguntou à R.R. Wilson, o oficial de radar da aeronave, se ele já tinha rastreado o OVNI. Ele disse que não e então continuaram. O OVNI estava pairando e acelerou quando ambos ficaram sobre os Lagos Superiores. Com o radar de terra captando os dois, Moncla começou a caçá-lo a mais de 500mph. Por 9 minutos a perseguição continuou, com Moncla se aproximando do OVNI e possibilitando a Wilson fixar o objeto no seu radar. A caçada continuou até o jato ficar bem próximo ao OVNI e então Moncla o interceptou.
 
  Ninguém tem certeza do que aconteceu depois. Os dois "blips" na tela do radar pareciam ter se fundido e a princípio ninguém se alarmou. Eles não tinham um radar que medisse a altitude e pensaram que o avião estivesse embaixo do OVNI, mas os "blips" não se separaram. Eles ficaram assim, juntos, por um momento, depois um único sinal apagou-se da tela. Tentativas de contato com Moncla pelo rádio forma em vão. Parecia que eles não tinham sobrevivido à colisão, se foi de fato o que aconteceu. A unidade de busca e resgate foi acionada. Eles procuraram no último ponto em que o avião foi detectado. Todos acreditavam que iriam achar Moncla e Wilson, pois eles tinham equipamentos suficientes para sobrevivência se caíssem no lago.
 
  As buscas continuaram, mas as esperanças já eram muito pequenas de encontrá-los vivos, embora todos pensassem que o avião tivesse caído, mas nada foi encontrado. A Força Aérea tentou explicar o que ocorreu dizendo que Moncla seguiu um DC-3 canadense, depois, quando estaria retornando à base teve problemas e caiu, mas estranhamente ele não se comunicou com a base.
 
  O governo do Canadá negou que tivesse qualquer avião naquela área, naquela data. Também foi dito que ele poderia ter se sentido mal causando o acidente, mas ele teria passado o controle à Wilson. A Força Aérea disse ainda que o avião poderia ter explodido, mas nenhum destroço foi encontrado...
 
  Por THIAGO LUIZ TICCHETTI Director of the Publication Department and Specialized Translation ( DEPTE - EBE-ET / Brasilia-Brasil)
 
September 16

Caso Travis Walton

   FOGO NO CÉU  
 O desaparecimento de Travis Walton :
 Em 5 de novembro de 1975, Travis Walton e mais seis companheiros retornavam do trabalho na cidade de Snow Flake, Arizona, EUA, quando avistaram uma luz, que logo perceberam tratar-se de um objeto que pairava a cerca de 6 metros do solo entre as árvores.
 Travis desceu do carro para ver o objeto, quanto este emitiu uma espécie de vibração, com uma luz muito forte.
 Seus companheiros fugiram do local e foram atrás de
ajuda. Como Travis não apareceu, a polícia chegou a acusar os 6 de assassinato e submetê-los ao detector de mentiras, que confirmou que todos estavam dizendo a verdade.
 Enquanto isso Travis vive uma experiência incomum. A bordo da nave, em uma sala metálica, depara-se com seres pequenos, humanóides e acinzentados que, aparentemente tentam acalmá-lo.
 A imagem dos olhos das criaturas é incômoda em sua memória.
 Em outro momento, um homem silencioso, vestido de azul e com capacete transparente acompanha Travis por corredores da espaçonave.
 Em minutos desembarcam no que lhe pareceu ser uma nave-mãe, de formato cilíndrico e sem aberturas para visualizar o exterior.
 Travis é imediatamente levado à uma sala, está com os mesmos seres de corpos fortes, olhar estranho, pele sem manchas nem rugas e que nunca falam. A mulher possui poderes que deixam-no inconsciente.
 Após cinco dias, Travis foi deixado pelo OVNI numa rodovia a cerca de 60km de sua casa.
 Este episódio resultou no livro e filme Fire in the Sky (Fogo no Céu) onde Travis Walton relata, em suas próprias palavras, o melhor documento sobre abdução-aliens e OVNIs de todos os tempos.
 
 
Fonte:
 

Abduções no Brasil

   ABDUÇÕES NO BRASIL
 
  Elias Seixas de Mattos, carioca, era caminhoneiro em 1980, quando teria vivenciado uma experiência inexplicável. Seu relato, junto ao de outros dois amigos, entrou para a história da Ufologia brasileira pela riqueza de detalhes com que descreveu as situações pelas quais passou à pesquisadora Irene Granchi e ao hipnólogo Silvio Lago.
 
  Feixe de luz azulada.
  No dia 25 de setembro de 1980, Elias e os acompanhantes na boléia do caminhão, seu primo Alberto Seixas Vieira e o amigo Guaraci de Souza, voltavam de Goiás, onde tinham ido deixar uma carga. Durante a viagem de volta, alguns fenômenos estranhos começaram a ocorrer, como o piscar dos faróis do veículo, mesmo desligados, e sensações de desconforto e sonolência.No caminho, quando estavam a 100 km de Conceição do Araguaia (GO), uma sensação de pressão na nuca, o retorno do pisca-pisca dos faróis e a impressão de ouvir uma voz forçaram Elias a parar. Quando saía do caminhão, ele não percebeu, mas seus colegas teriam visto um feixe de luz azulada atingi-lo. Quando já estavam todos fora da cabine, eles avistam uma espécie de "fogo no mato" a cerca de 1,5 km e resolveram investigar.    
  Desde o princípio, Alberto sentiu muito medo e resolveu não continuar andando naquela direção. Poucos segundos depois, Elias também foi tomado de pavor e decidiu desistir.
 
  Medo e amnésia.
  Assim os três voltaram, entraram no caminhão e continuaram o percurso.Elias Seixas continuou ao volante.  
  Guaraci, o outro passageiro, carregava um chapéu de palha preso por um fio de nylon que, aparentemente sem nenhuma explicação, foi lançado pela janela. Sem entender o que aconteceu, os três resolveram novamente parar e descer do caminhão e, um por cada lado da carreta, encontrar-se-iam na traseira do veículo para pegar o chapéu. A partir daí, nenhum deles lembrava-se da seqüência de acontecimentos muito bem, exceto a sonolência com que retornaram à cabine do caminhão e o fato de chegarem à próxima parada cerca de cinco horas depois do previsto.Essa amnésia parcial combinada aos estranhos fenômenos ocorridos durante a viagem teriam feito os três buscarem a ajuda, num congresso de Ufologia, da pesquisadora Irene Granchi.
 
  Hipnose regressiva.
  A partir desse primeiro contado, suas histórias (e a de Elias com mais destaque que as dos demais) foram reveladas através de várias sessões de hipnose regressiva às quais os caminhoneiros foram submetidos.
  Segundo seu depoimento, antes de encontrar Guaraci, Elias foi surpreendido por um foco muito forte de luz e levado para uma nave. Dentro da nave, ele viu um ser de frente para uma série de alavancas. Sentado, o ser de enormes braços estava com o cotovelo na coxa, mas não curvava o tronco. Durante sua permanência na nave, o abduzido teria sido submetido a uma série de experiências. Por um momento, quando deitado numa espécie de "cama" onde seria estudado, viu um de seus companheiros, que teria dado um soco no ser que o estudava (segundo Elias eram ao todo três seres). Entre outros testes que teriam feito com Elias, o abduzido relatou que implantaram algo em seu crânio e colocaram um aparelho em seu peito.  
  Coletaram amostras de sangue e esperma e fizeram furos em seus dedos. Elias contou ainda que foi levado para o que foi explicado pelos seus raptores como uma "base" espacial, localizada em Marte. Ali ele pode ver (sem ser visto) uma série de seres de cabeça grande, desproporcional ao corpo, e muito pequenos, que pareciam estar trabalhando. O relato continuou e Elias afirmou estar no que parecia ser uma rua, quando teria visto dois homens, um negro e outro branco, que ele percebeu serem siameses, grudados pelo braço. Ele quis tocá-los mas seu raptor não permitiu. O caminhoneiro foi então levado a uma marquise onde viu seres que pareciam bonecos plásticos, de aspecto cinzento, após o que, foi trazido de volta à Terra.
 
  Seres extraterrestres.
  Entre outras revelações feitas durante a hipnose, Elias disse que os seres informaram vir da estrela Ursa Menor. Tinham dois metros e dez de altura, olhos rasgados horizontalmente, de cor brilhante, e sua vestimenta assemelhava-se a uma espécie de roupa emborrachada. Sem a regressão, Elias só se recordava de ter descido do caminhão e de já estar na cabine. Ele e seus acompanhantes só começaram a se dar conta da estranheza dos acontecimentos quando perceberam que chegaram 5 horas além do previsto na próxima parada e gastaram pouquíssimo combustível para a distância percorrida. O suposto abduzido teve ainda seqüelas físicas, como dores nos dedos e no ombro. Não reconheceu a própria filha ao chegar em casa. Também sofreu de impotência sexual durante os 4 meses seguintes ao suposto encontro, sem que os médicos que procurou, segundo ele, conseguissem chegar a algum diagnóstico. O abduzido ficou com uma calcificação no crânio que, segundo os especialistas aos quais foi levado, só poderia existir se tivesse feito uma cirurgia. A marca no peito, por terem aparentemente introduzido um aparelho, permaneceu. Até hoje Elias apresenta seu relato em congressos e palestras, tendo tornado-se um clássico e rico exemplo da abdução, amplamente aceito pela Ufologia nacional, mesmo que não se tenha notícias de um estudo aprofundado de suas seqüelas por alguma Universidade ou extração de seus supostos implantes para pesquisa em laboratórios especializados.
 
 
 
OUTRO CASO DE ABDUÇÃO NO BRASIL:

  Um caso interessante, pesquisado pela grande dama da ufologia brasileira Dna. Irene Granchi, aconteceu com o Sr. Severino Costa Villar, na época com 22 anos e está registrado no livro UFOs e abduções no Brasil :
"Eu estava esperando o ônibus 409 - Saens Pena-Horto. Estava encostado em uma árvore quando um senhor me perguntou as horas, eram 22:30hs. Ele agradeceu e foi se afastando para perto de uma escola próxima. Ficou olhando para o céu sem dar a mínima atenção para mais nada. Quando meu relógio marcou 22:35 hs notei uma pequena faixa de luz atingi-lo pelas costas e sua imagem foi desaparecendo diante dos meus olhos como um filme de ficção científica. Em volta do seu corpo havia uma estranha conformação, como uma corrente de energia elétrica. Fiquei pasmo assistindo aquilo tudo sem poder fazer nada e sem ter a quem recorrer no momento. O incrível disto tudo é que ele não se moveu do local quando foi alcançado pelo raio e o seu jeito de ficar olhando para cima, como se estivesse esperando por alguma coisa... Antes de desaparecer completamente pude reparar que ele não tocava com os pés no solo. Não houve outra testemunha para confirmar esse relato e também não acredito que existam  homens de bom senso que concordem plenamente com a existência de vida extraterrestre como eu acredito."
 
 
Fonte:
www.fenomeno.matrix.com.br
 
September 07

Maurício de Sousa e seus avistamentos...

  Crônicas dos avistamentos de Mauríco de Souza !
Nosso querido Maurício de Souza, também teve seus avistamentos e escreveu crônicas contando cada um deles... Vou postar aqui as crônicas dele e quem quiser lê-las direto da fonte, procure em: www.monica.com.br clique em Maurício de Souza e em Crônicas Anteriores, são as crônicas 101 a 106 !
 
 
PRIMEIRA CRÔNICA:
Quatro de dezembro de 1977.
 
Domingo. Quase nove da noite.
 
Percorro de carro os 50 quilômetros que separam Mogi das Cruzes de São Paulo. Céu encoberto.
 
Nuvens baixas. Neblina...
Estou na estrada velha Rio-São Paulo.
 
Acabo de atravessar a cidade de Suzano e cruzo uma passagem de nível, pouco antes de Poá, cidade vizinha.
 
Venho sozinho, de uma visita à chácara de minha avó. Minha esposa, Alice, que sempre me acompanha, hoje ficou retida em visita à sua irmã, na maternidade.
Viagem tranqüila, em baixa velocidade devido ao nevoeiro que surge aqui ou ali em alguns pontos da estrada.
 
Mas no que cruzo os trilhos da ferrovia, em Poá, as nuvens baixas se abrem numa fenda, de norte a sul, e exibem um lindo céu cheio de estrelas.
 
A noite fica mais bonita enquanto pego um retão de estrada. É um bom passeio de volta. Com música suave no rádio. Até que, quase no fim da reta, percebo pelo canto dos olhos, lá longe, à direita, uma luz em movimento no céu. Bem próximo da linha do horizonte.
 
Imagino que é uma estrela cadente (um meteorito) queimando ao entrar na atmosfera. E continuo dirigindo, olhando para a frente, para a estrada.
 
Mas pelo canto dos olhos vou percebendo que o brilho continua ali, no céu, movendo-se e aumentando de intensidade.
 
Curioso, desvio os olhos da estrada e constato que o que vem se aproximando, é um tipo de estrela.
 
Não está "cadente". Está voando a uma velocidade regular...e aumentando de tamanho.
 
Tenho um pressentimento de que vou assistir a alguma coisa incomum.
 
Procuro um local para estacionar fora da estrada. Encosto meu "Dodge", num espaço de parada de ônibus, ao lado de uma fábrica. Mas agora, com os olhos grudados na "estrelona" que se aproxima.
 
Penso em pegar minha Nikon, atirada no banco de trás do carro, prontinha para disparar, mas me lembro que vai ser difícil acertar os comandos da câmera, rapidamente. A Nikon não é do tipo automático.
 
E me dou conta de que sou desenhista.
  
Prefiro olhar tudo muito bem olhado, registrar na memória e depois tentar desenhar o que vi. Não quero desviar os olhos um segundo daquele objeto gigantesco, estranho, que vem se aproximando.
 
Um objeto de cor alaranjada, em toda a extensão.
 
Seu formato é o de uma bola levemente achatada em cima e em baixo .
 
Noto perfeitamente o traço do seu formato contra o negro do céu. É brilhante. Mas o brilho não se irradia pelo espaço. E a medida que vai passando, deixa um rastro azulado-claro por uma extensão igual à metade do seu tamanho. E esse rastro se mantém estável durante todo o tempo da passagem, como fogo de um bico de gás de cozinha, aceso.
 
Observo que o rastro azulado não esbarra, não se mistura ao corpo principal. Há um espaço, como uma linha fina, separando rastro do objeto, deixando ver o céu, atrás.
 
Ainda estou ao volante do carro, com os olhos pregados no céu.
Desligo o rádio. Abro os vidros em busca de algum som.
 
Nada.
 
O grande objeto desliza silenciosamente, à grande altitude.
 
E à sua maior aproximação, já ganha as proporções de uma grande lua cheia no seu "nascente".
 
Aquela lua grande, aumentada pela atmosfera da terra, olhada de viés.
 
No corpo do objeto, apenas luz alaranjada.
 
Não percebo nenhum detalhe.
 
É como se eu estivesse olhando para um poço de lava incandescente.
 
Eu me seguro para não pegar a câmera ali no banco de trás. Mas não quero perder nada.
 
E o grande objeto vai passando, deslisando, para o sul. Em linha reta, velocidade estável, diminuindo de tamanho, enquanto se afasta, até sumir no horizonte.
 
O tempo da passagem? Esqueço de marcar, mas se o objeto estivesse a uma altura de grandes aviões de carreira (10 mil metros) ele estaria desenvolvendo o dobro da velocidade desses aviões.
 
Depois da passagem, ainda fico sentado, quieto, no carro, sem entender muito bem o que eu vi.
 
Olho para adiante do carro. Percebo a uns cinqüenta metros, um jovem de pé, olhando para o ponto do céu onde o objeto sumiu.
 
Desço do carro e vou até ele.
 
"Você viu essa coisa que passou voando?"
Ele me olha com uma expressão assustada:
"Vi! mas... Aquilo não era avião, não!"
 
Dou-me por satisfeito.
 
Agradeço e volto para o carro.
 
Eu não tive visões.
 
Mas...Como explicar aquela coisa linda e estranha?
Ainda se eu acreditasse em discos voadores, seria um prato cheio.
 
 
 
 
SEGUNDA CRÔNICA:
Esquadrilha de discos no Ibirapuera
 
Inverno de 1977.
 
Domingo de sol no "Parque do Ibirapuera", em São Paulo.
 
Eu e Alice, minha esposa, observamos nossas filhinhas gêmeas —Vanda e Valéria— de seis anos, patinarem sob a grande marquise.
 
Alice acomoda-se, sentada, no gramado. Eu estou deitado com a cabeça em seu colo, olhando para um céu que começa a mudar de cor. Tons alaranjados nas poucas nuvens visíveis aqui e ali, indicam que um pôr