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8월 26일 Moedas do séc. XVII Moedas do séc.XVII
Após procurar, durante décadas, respostas possíveis sobre um misterioso objeto semelhante a um OVNI impresso em uma moeda de cobre francesa do 17º século, um proeminente perito em numismática diz que permanece apenas isso: um objeto voador não identificado. Após meio século de pesquisa, o desenho desafia uma identificação positiva pela comunidade numismática.
"Foi feito em 1680, na França, e o desenho em um lado parece certamente o que poderia ser um disco voador, no meio das nuvens, sobre o campo", disse Kenneth E. Bressett de Colorado Springs, Colorado, ex-presidente da Associação Americana de
Numismática e proprietário da curiosa moeda.
"Supõe-se que é um OVNI de algum tipo, ou uma representação simbólica da roda bíblica de Ezequiel. Após 50 anos de pesquisa, eu ouvi falar de somente um outro exemplar da moeda, e nada que explique o
desenho incomum."
Bressett disse que a peça misteriosa não é realmente uma moeda, mas um "jeton," uma ferramenta educacional usada
geralmente para ajudar as pessoas a contar o dinheiro, usado às vezes como um substituto do dinheiro, como fichas de jogos. Tem mais ou menos o tamanho da moeda de 25 cents dos Estados Unidos e é
similar aos milhares de outros jetons com diferentes desenhos religiosos e educacionais que foram produzidos e usados
na Europa durante os séculos 16 e 17.
"A imagem nesta peça, em particular, podia ser interpretada como mostrando um OVNI ou a roda de Ezequiel. Algumas
pessoas acham que a referência do Velho Testamento à roda de Ezequiel pode, na verdade, ser uma descrição de um antigo
OVNI", ele explicou.
"A legenda, escrita no latim em torno da borda, confunde também. (OPPORTUNUS ADEST) traduz como (está aqui em uma
estadia oportuna.) O objeto no céu é um símbolo de necessidade de chuvas, uma referência bíblica ou de visitantes do além?
Nós provavelmente nunca saberemos ao certo", disse Bressett.
"Isso é parte do encanto da numismática, que torna colecionar moedas algo tão intrigante."
Tradução: Andréia Tschiedel
Fonte: BURN 8월 23일 O Caso Varginha O Caso Varginha
Às 08:00hs da manhã do dia 20 de janeiro de 1996, o corpo de bombeiros de Varginha, em Minas Gerais, recebia uma chamada telefônica anônima. A pessoa pedia aos bombeiros que investigassem uma estranha criatura vista em um parque no norte do distrito Jardim Andere.
Duas horas depois, os bombeiros chegavam ao Jardim Andere para fazerem a busca no parque. Como esperavam encontrar um animal selvagem, levaram equipamentos apropriados como jaulas e redes.
Segundo os jornalistas, que entrevistaram várias testemunhas oculares, os bombeiros subiram por uma encosta íngreme até as áreas mais arborizadas do parque, onde ficaram estupefatos diante de uma extraordinária visão.
Diante deles murmurava um bípede de um metro e meio de altura, com olhos vermelhos e pele oleosa e marrom. As testemunhas disseram que a criatura possuía 3 protuberâncias na testa e uma pequena abertura em seu rosto parecida com uma boca. Disseram também que produzia um estranho som semelhante ao zumbido de abelhas e parecia estar ferida.
Enquanto os bombeiros capturavam a criatura o chefe do grupo entrou em contato com a base militar, que fica perto do local. O comandante da base, o general Sérgio Coelho Lima, rapidamente enviou as suas tropas para isolarem o parque.
Um homem, o operário de construção Henrique José, testemunhou todo o incidente do terraço de uma casa vizinha ao parque e mais tarde, contou aos investigadores que quatro bombeiros encurralaram a criatura com suas redes, aprisionaram-na em uma caixa de madeira e depois a entregaram aos militares.
Se o general Lima ficou satisfeito com a eficiência da operação, muito em breve ficaria decepcionado. Mais tarde, no mesmo dia, o pesquisador de OVNIs Ubirajara Franco Rodrigues, que desconhecia o primeiro incidente, foi informado de uma outra estranha ocorrência. Uma série de chamadas telefônicas levaram Rodrigues a entrevistar 3 meninas que diziam ter visto, por volta das 15:00hs, uma criatura encolhida perto de um prédio do Jardim Andere (perto do local onde a primeira criatura foi capturada). As meninas disseram a Ubirajara que a criatura tinha 3 protuberâncias na testa e que se parecia "com o demônio". Depois do encontro correram aterrorizadas para casa e contaram o que ocorrera à mãe de duas delas. Enquanto isso, os bombeiros e militares tinham sido avisados pelos assustados vizinhos sobre a Segunda criatura, que como a outra, parecia ferida. A rua ficou cheia de uma multidão que viu como os bombeiros e militares capturaram o ser para logo desaparecerem.
Foi apenas uma questão de tempo para que os caminhos de Ubirajara e Pacaccini, um colega ufólogo, se cruzassem. Pacaccini estava investigando os acontecimentos da manhã do dia 20 sem saber do segundo incidente. Os dois ufólogos logo perceberam que estavam investigando dois casos distintos. Unindo forças, lançaram uma campanha solicitando entrevistas com mais testemunhas.
Os boatos sobre a captura de dois extraterrestres difundiram-se muito rápido e foram notícia em diversas revistas do país. Os ufólogos do Brasil inteiro foram à Varginha para averiguar com exatidão o que tinha acontecido. Foram feitas reuniões, a imprensa local foi notificada e em seguida mais de sessenta testemunhas puseram-se em contato com os pesquisadores.
Diferente da grande maioria dos casos de OVNIs, várias dessas testemunhas eram militares. Muitas famílias de Varginha têm parentes que servem nas forças armadas e muitos deles comentaram sobre o incidente do dia 20 de janeiro nas suas casas. As testemunhas informaram aos pesquisadores que o irmão ou marido de alguém tinha sido testemunha ou tinha intervindo em um dos casos. Forneceram-lhes seus nomes e funções e os pesquisadores não tardaram em procurá-los.
Não havia dúvidas de que os incidentes ocorreram no dia 20 de janeiro no distrito de Jardim Andere, porém, os pesquisadores desejavam saber o que tinha acontecido depois disso. À medida que as testemunhas prestavam seus depoimentos, um quadro mais claro ia surgindo.
Aparentemente, a primeira criatura capturada no Sábado de manhã, foi levada para a Escola de Sargentos de Três Corações, ao sudeste de Varginha. Contudo, nenhuma das autoridades que intervinham no caso revelaram o que ocorreu depois. Sabe-se apenas que um policial que esteve presente no incidente do Sábado de manhã tinha sido ferido pela criatura.
Dois dias depois, o policial morria no hospital local. Oficialmente a casa da sua morte foi pneumonia, porém, quando a sua família pediu mais informações, as autoridades médicas negaram-se a fornecê-las. ( leia uma reportagem de ufólogos que investigaram o caso a respeito da morte do policial ). http://www.ufogenesis.com.br/casos_famosos/varginha8.htm
Pacaccini e Ubirajara averiguaram que a segunda criatura fora internada no hospital regional de Varginha na últimas horas da tarde.
No mesmo dia ou manhã seguinte, a criatura, que como a outra estava ferida, era transferida para o hospital Humanitas de Varginha, situado a 1,5km de distância do outro hospital. O Humanitas, segundo fontes médicas, teria mais recursos para tratar de seus ferimentos.
Testemunhas do hospital Humanitas disseram que a criatura não resistiu e que foi declarada morta às 18:00hs daquela tarde do dia 22 de janeiro. Logo em seguida, pelo menos 15 médicos, vários oficiais militares, policiais e bombeiros entraram no quarto onde jazia a criatura em um ataúde de madeira. Parece que um dos médicos introduziu uma pinça cirúrgica dentro da diminuta boca da criatura e retirou lentamente uma língua branca. Em seguida, ao abrir a pinça, a língua retraiu-se de imediato.
As mesmas testemunhas também disseram que a criatura tinha 3 dedos e, novamente, 3 protuberâncias na testa. Não possuía órgãos sexuais, mamilos e umbigo. Parecia ter articulações nas pernas, que estavam feridas e enrugadas e sua pele coincidia com as primeiras descrições: de cor marrom e textura oleosa.
Em seguida, a tampa do ataúde foi aparafusada e dois militares com máscaras e luvas envolveram-no em um invólucro de plástico negro antes de guardá-lo em um caminhão estacionado do lado de fora. Bem cedo na manhã, um comboio de caminhões militares saiu de Varginha. Acredita-se que a criatura tenha sido transportada para a Unicamp, a 320km ao sul de Varinha.
Durante suas investigações, Pacaccini entrevistara um operador de radar do exército aéreo brasileiro. Esse operador revelou que os EUA entraram em contato com o exército brasileiro e avisaram que estavam seguindo o rastro de um OVNI que entrava no espaço aéreo brasileiro. O alerta chegou completo, com as coordenadas de longitude e latitude, porém, os norte-americanos, não puderam dizer se o OVNI aterrissaria sem se acidentar.
Pacaccini também averiguou que em Varginha haviam ocorrido várias aparições nos dias anteriores aos incidentes. O fazendeiro Eurico de Freitas contou como ele e sua esposa tinham saltado da cama ao ouvirem seus animais assustados. Olhando pela janela de seu quarto viram um objeto de cor cinza, com formato similar ao de um submarino, do tamanho de um microônibus, que emitia "uma espécie de fumaça esbranquiçada", não tinha luzes e movia-se silenciosamente sobre os campos a cerca de 5m do chão. Depois, desapareceu na escuridão.
Pacaccini também considerou a possibilidade das duas criaturas cativas possuírem uma origem humana, possivelmente, o resultado de uma experiência falha do exército. Se não for o caso, poderiam realmente ser extraterrestres, cuja nave acidentada nas proximidades do distrito de Jardim Andere, onde as criaturas foram encontradas.
Porém, se ocorreu um acidente, qual foi o local do impacto? Pacaccini acredita que seus destroços estão sendo minados pelos militares e diz que há um acobertamento oficial. Pacaccini tem recebido incontáveis ameaças de morte através de telefonemas anônimos e soube que os militares que mencionarem o seu nome estão arriscando-se a uma detenção de dez dias.
Fala-se também que o general Coelho Lima emitiu uma ordem proibindo os militares de falarem ou entrarem em contato com qualquer ufólogo brasileiro. Porém essas medidas não impediram que os outros detalhes chegassem aos pesquisadores.
Essa informação sugere que há envolvimento do governo ou do exército dos EUA no caso. Acredita-se que um norte-americano esteve presente na manhã do dia 20 de janeiro, quando a criatura foi capturada. Na última hora daquele dia, um avião de transporte C-5 ou C-17 da USAF foi visto no aeroporto de São Paulo. Dois dias depois, no aeroporto de Campinas, perto da Universidade, para onde supõe-se que a Segunda criatura tenha sido levada, o mesmo avião apareceu. As duas criaturas, uma morta e outra viva, teriam sido levadas para os EUA?
Existem mais evidências do envolvimento dos EUA. Em abril de 1996, Luíza Silva, mãe de duas das meninas que viram a Segunda criatura, disse que 4 estrangeiros a visitaram em sua casa. Os homens, ofereceram-lhe uma "grande soma" para que convencesse suas filhas a mentirem sobre o episódio. Quando a Sra. Silva se negou a fazê-lo, os homens prometeram voltar e foram embora em um Lincoln azul de 1994.
Novos acontecimentos indicam que no acidente havia uma terceira criatura. Em fevereiro de 1996, quando um motorista fazia uma curva na estrada, os faróis de seu furgão iluminaram uma estranha criatura a 50m de distância. Quando o assustado motorista freou, viu que a criatura levantava a mão para proteger os olhos, "de cor vermelho-sangue", da luz para depois se perder no meio da noite. O motorista disse também que o ser tinha 3 ou 4 dedos em cada mão.
Não há dúvidas de que algo extraordinário aconteceu no dia 20 de janeiro de 1996, porém muitas perguntas ainda continuam sem resposta. O que terá acontecido à primeira criatura? Quais foram os resultados da autópsia realizada na segunda? E se eram extraterrestres, como chegaram ao local e onde estaria a sua nave? A investigação sobre o episódio de Varginha está longe de ser concluída e poderá tornar-se um dos casos mais importantes da história da ufologia.
Fonte: Ufo Gênesis Esta matéria possui informações e ilustrações colhidas do site: www.terravista.pt/meco/2629 8월 14일 Força Aérea Brasileira recebe ufólogos e reconhece Operação Prato ! Força Aérea Brasileira recebe ufólogos e reconhece Operação Prato !
Encontro entre comissão de ufólogos e representantes da Força Aérea Brasileira realizado dia 20 de maio de 2005 teve caráter de relações públicas, mas abriu precedente histórico reivindicado pela campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”.
..."Relatório da Missão - Operação Prato - fls.19... (...) DATA/HORA - 05 Nov 77, às 18:26P - Colares - Observado o deslocamento de um corpo luminoso, a baixa altura (4.500 a 5.000ft), rumo SW/NE, cor amarelo avermelhada clara, emitindo lampejos azulados compassados, velocidade média, trajetória reta,sendo visíveis seus lampejos até quando bastante afastado. Sua distância mais perto do observador foi estimada em 1.200m, ângulo vertical 10,4o, tamanho aparente 2,5cm. Foram verificados após sua passagem alguns fenômenos eletroestáticos e magnéticos: O Hand Talk usado em varredura (como antena direcional), deixou de captar sinais estáticos ou vozes em uma estreita faixa (aproximadamente 30o) compreendida entre 360o e 030o, durante um espaço de tempo estimado de 20 (vinte) minutos. A bússola do Teodolito (amarração) deixou momentaneamente de marcar o Sul (index), ficou vibrando e movimentando-se de uma extremidade a outra. Estes fenômenos foram apontados aos companheiros de Equipe que se movimentaram do Ponto 2 (Orla marítima), para o Ponto 8 (Campo de Aviação). Âng. vert. 12.6,08.3 e 05.9 - horz. 042.1,221.2 e 220.3 (obtidos por teodolito).(...)" O relato acima é um pequeno trecho extraído do espesso volume genericamente chamado pela comunidade ufológica brasileira de “Relatório da Operação Prato”, empreendida durante os anos de 1977 e 1978 pelo 1o. Comar - Comando Aéreo Regional. O 1o. Comar é o órgão responsável pela execução das ações da Força Aérea (na época subordinada ao Ministério da Aeronáutica) para a região amazônica.
O comandante da operação, então capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, já coronel reformado, veio a público no ano de 1997 para confirmar que havia chefiado a iniciativa. Hollanda suicidou-se pouco depois de relatar suas experiências à frente da operação, para a qual fora designado pelo então chefe da Segunda Seção do 1º Comar, coronel Camilo Ferraz de Barros.
Sua contribuição foi fundamental para estabelecer a certeza de que a Força Aérea Brasileira esteve envolvida com a coleta sistemática de informações sobre Objetos Voadores Não Identificados (OVNIs) na Bacia Amazônica, bem como na produção de registros fotográficos e avaliações médicas de centenas de populares que se diziam vítimas de um feixe de luz vermelha emitido por objetos desconhecidos. Na ocasião, o fenômeno ganhara o apelido de “chupa-chupa”, pelas suspeitas de provocar anemia nas vítimas.
Apesar do depoimento do Coronel Hollanda e do conhecimento público do Relatório da Operação Prato, que mesmo sob a designação de documento confidencial “vazou” quase uma década antes, a Força Aérea Brasileira nunca havia assumido oficialmente a iniciativa.
Mas a situação começou a mudar no último dia 20 de maio, mais de um ano depois do lançamento da Campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”, liderada pelo editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd. Nesta data, ele um grupo de pesquisadores foi recebido em Brasília a convite do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer) para conhecer as instalações de defesa aeroespacial e discutir com oficiais da FAB o polêmico tema: OVNIs. O grupo se intitula Comissão Brasileira de Ufólogos, e, além de Gevaerd, é formado pelos co-editores da Revista UFO, Marco Antônio Petit, Claudeir Covo, Rafael Cury, Fernando de Aragão Ramalho e Reginaldo de Athayde. Este último, por motivo de saúde, foi substituído às vésperas da reunião pelo consultor da publicação Roberto Affonso Beck.
O encontro começou a ser delineado meses antes, em fevereiro. Mas a pouco menos de semanas da reunião, depois que o tema foi objeto de uma reportagem da Revista Istoé, mais duas organizações, polêmicas no cenário ufológico, entraram em contato com os militares cobrando o mesmo tratamento: a seita Projeto Portal, representada pelo auto-declarado paranormal Urandir Fernandes de Oliveira, e o Grupo Ufo-Gênesis, entidade com sede em Piracicaba, no Interior de São Paulo, que foi representada por Clovis Roque Xavier.
Além dos ufólogos, uma equipe do programa Fantástico, da Rede Globo, teve autorização para acompanhar a visita, que ganhou repercussão em todo o país graças à matéria exibida no dia 22 de maio.
Esforço de relações públicas e documentos confidenciais:
No roteiro do encontro, ficou clara a intenção do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica de empreender um esforço de relações públicas para promover uma aproximação com os ufólogos. Acompanhados do Brigadeiro do Ar Antonio Guilherme Telles Ribeiro, chefe do Cecomsaer, eles tiveram acesso às instalações do Cindacta 1 (sistema de monitoramento do espaço aéreo brasileiro) e do Comdabra – o Centro de Defesa Aeroespacial Brasileiro, onde foram recebidos pelo chefe do órgão, Brigadeiro Atheneu Azambuja. O Comdabra é um comando combinado ligado diretamente ao Presidente da República e, em tempos de paz, subordinado ao Comando Geral do Ar.
Em cada uma das instalações, os visitantes tiveram explicações sobre o funcionamento do sistema de defesa aeroespacial brasileiro e sobre a forma como são tratados pela FAB casos de Objetos Voadores Não Identificados, chamados de “Tráfego Hotel” pelo sistema de monitoramento.
Num dos momentos mais esperados da visita, os pesquisadores puderam ver alguns documentos da FAB a respeito de OVNIs. Pastas apresentadas aos visitantes continham relatórios de três episódios acompanhados pela Força Aérea. Um deles, o relato de um avistamento por um piloto da Varig em 1954, Nagib Ayub, durante um vôo no Rio Grande do Sul. O caso nunca chegou ao conhecimento dos ufólogos.
As outras duas pastas continham informações de casos já bem conhecidos. Um deles, o episódio de maio de 1986, quando 21 objetos foram detectados por radar e avistados por pilotos da FAB entre os céus de Rio de Janeiro e São Paulo. Na ocasião, os militares chegaram a falar publicamente sobre o assunto.
Por último, uma pasta com documentos da Operação Prato, assunto até então não abordado oficialmente pela Força Aérea. Nesta compilação, além de diversas páginas do relatório já divulgado via Internet pelos ufólogos através da campanha “UFOs: Liberdade de Informação Já”, os visitantes puderam ver mais de uma centena de fotos produzidas pelas equipes militares no Pará e Amazonas.
Em e-mail ao Portal/Revista Vigília, o brigadeiro Telles Ribeiro explicou que “a principal missão da FAB é manter a soberania no espaço aéreo nacional com vistas à defesa da Pátria e, para isso, ela conta com um sofisticado sistema de vigilância do espaço aéreo, composto por uma rede de radares posicionados em pontos estratégicos ao longo do território”.
Segundo o brigadeiro, “para cumprir essa missão, mantém, ainda, aeronaves e equipagens de combate em alerta de defesa aérea diuturnamente, que podem ser acionadas durante todo o ano, para realizar interceptações de alvos radar não identificados (tráfegos desconhecidos) pelo Sistema de Defesa Aérea Brasileiro.”
A aproximação, por si só, entusiasmou a comissão de ufólogos. Gevaerd acredita que foi “um primeiro passo” na direção de uma parceria civil-militar em busca do entendimento do fenômeno OVNI. Em entrevista ao Portal/Revista Vigília (veja abaixo a entrevista completa), o editor da Revista UFO revelou que cartas dos ufólogos pedindo a liberação dos arquivos confidenciais e a estruturação de uma pesquisa conjunta serão entregues pelo Brigadeiro Telles Ribeiro ao Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Luiz Carlos da Silva Bueno, ao Ministro da Defesa, o vice-presidente José Alencar, e ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Reconhecimento oficial: Apesar de seu caráter de relações públicas, o encontro produziu um fato histórico para os entusiastas da Ufologia. Pela primeira vez na história documentos relativos à Operação Prato foram oficialmente apresentados a pesquisadores civis.
Em e-mail ao Portal/Revista Vigília, o chefe do Cecomsaer admite a existência da operação, mas procura descontextualizar a empreitada que durou pelo menos dois anos. “Com relação à Operação Prato, o Comando da Aeronáutica possui apenas registros baseados em dados que teriam sido repassados por um dos participantes dessa atividade. Foi produzido um relatório com diversos depoimentos, aparentemente sem fundamentação científica.”, escreveu.
Quanto à confidencialidade dos registros, a qual sempre foi combustível para diversas teorias conspiracionistas no meio ufológico, o brigadeiro Telles Ribeiro esclarece que “é importante ressaltar que a Aeronáutica mantém apenas os registros de relatos da visualização de fenômenos aéreos que a ela são informados. No intuito de resguardar a privacidade daqueles que prestam esse tipo de informação, os registros são classificados e guardados conforme legislação específica.”
A ênfase da FAB no enfoque desmistificador da questão tem respaldo num ponto em especial, em que ufólogos e militares parecem concordar: os dados não representam, em essência, estudo apropriado. “Muitas vezes pode-se imaginar que a Aeronáutica realize investigações científicas a respeito de todo tipo de fenômeno aéreo. Na verdade, o Comando da Aeronáutica não dispõe de uma estrutura especializada para empreender tal atividade.”, explica o chefe do setor de comunicação da FAB.
Leia a entrevista do editor da Revista UFO, Ademar José Gevaerd, ao Portal/Revista Vigília: Vigília: Além do acesso aos relatórios, para simples conferência, foram fornecidas cópias para os pesquisadores?
Gevaerd: Apenas para simples conferência. Foram 3 pastas que representam certamente algumas gotas no oceano de informações que a FAB tem. Nossa interpretação, após examinar o material, é que a FAB quis “adoçar nossa boca” e nos manter animados para continuar a campanha, que terá que obter em definitivo os documentos seguindo o trâmite sugerido nas cartas e no Manifesto da Ufologia Brasileira, entregues ao Comandante da Aeronáutica, ao ministro da Defesa e ao Lula.
Vigília: Houve alguma tratativa no sentido de efetivar de fato a parceria? O que ficou definido neste campo?
Gevaerd: A parceria é informal, no momento. Não há ainda uma comissão de investigação mista, como desejávamos. Isso também está para acontecer através do trâmite indicado acima. Os brigadeiros Atheneo Azambuja, chefão do Comdabra, e Telles Ribeiro, do Cecomsaer, foram enfáticos em dizer: "Iremos abrir todas as portas".
Vigília: Haverá acesso posterior aos materiais para pesquisa?
Gevaerd: Sem dúvidas. Nossa campanha perseguirá esse objetivo, que é o de dar acesso a toda a sociedade brasileira a boa parte dos documentos, através de um procedimento apropriado que deverá ser criado. Mas, mais do que ver documentos, queremos participar na investigação de casos de detecção de "tráfegos H", como são conhecidos os UFOs, em meio a uma grande quantidade de outros fenômenos detectáveis.
Vigília: Qual foi, em síntese, a abordagem da FAB no encontro? Havia uma proposta elaborada, ou foi uma iniciativa mais de relações públicas da instituição para com os ufólogos?
Gevaerd: Fomos excepcionalmente bem atendidos, com uma demonstração visível de respeito ao nosso trabalho. Grandes equipes do Cindacta, Comdabra e Cecomsaer se engajaram no atendimento à gente. Fizemos tour por áreas que nem militares de baixa patente entram e pudemos ver, sem restrições, como funciona o sistema de defesa aérea e controle de tráfego. Em cada caso, recebemos briefings dos chefões das entidades. Tudo foi muito bem planejado por parte deles e da gente.
Vigília: Quem foram os representantes militares do encontro? E a negociação para a marcação que, pelo que você já publicou, partiu da FAB: em que termos foi colocada? Gevaerd: Os representantes, entre outros, estão citados acima. O contato inicial deu-se a partir de um telefonema do major Lorenzo, aviador e jornalista, do Cecomsaer. Partiu dele o convite para irmos à FAB, em reconhecimento ao nosso trabalho. Foram quase 2 meses de tratativas até que o formato do encontro e o conteúdo dos diálogos e trocas de informações estivessem definidos.
Vigília: Há aspectos da visita que ficou convencionado não tratar ou não revelar, ao menos ainda?
Gevaerd: Não. A FAB apenas prefere que não escrevamos ou afirmemos coisas do tipo “militares reconhecem os UFOs”. O que eles reconhecem é que há um fenômeno, o qual eles têm registrado desde 1954, e que cabe aos ufólogos esclarecer. Deixaram claro que podemos usar expressões tipo “militares reconhecem a Ufologia e os ufólogos”. Alegaram e demonstraram efetivamente ter grande respeito pelo nosso trabalho. Todos, quase sem exceção, conheciam a [Revista] UFO e muitos a lêem com freqüência. Inclusive, por incrível que pareça, o brigadeiro J. Carlos, superior de todos os citados e um dos 7 brigadeiros que ocupam a posição de controle máximo da Aeronáutica. “Leio a UFO sempre e adoro. Devo ter comigo em casa pelo menos as últimas 4 edições”, disse ele. É mole ???
Vigília: Na sua avaliação, o que foi apresentado à CBU é tudo de que dispõe a FAB sobre o assunto?
Gevaerd: De jeito nenhum. O que vimos são gotinhas no oceano. Como eu disse ao brigadeiro Telles Ribeiro, sobre a Operação Prato eu tenho mais coisa em casa do que eles têm na pasta deles. Ele riu.
Vigília: É possível, a partir do que foi apresentado a vocês, diferenciar o que sempre divulgou-se na Ufologia acerca do que se acreditava estar em domínio militar e o que efetivamente está?
Gevaerd: Acho que podemos continuar o mesmo discurso. Nada mudou. Os militares têm de fato o que sempre dissemos que eles têm.
Vigília: Quais os próximos passos da campanha pela liberdade de informação, a partir de agora?
Gevaerd: Aguardar que o brigadeiro Telles Ribeiro entregue nossas cartas ao Comando da FAB, ao ministro da Defesa e ao Lula, o que se iniciará nesta terça-feira [24 de maio]. Estamos absolutamente convencidos de que nosso pleito vai ser atendido, e temos a garantia pessoal dos chefões acima citados de que se empenharão por isso. Quando ocorrer, aí sim teremos tido êxito total em nossa campanha. O que ocorreu em Brasília agora foi apenas mais um momento dela, o principal até aqui, mas uma etapa do processo.
Deixe-me acrescentar que tenho a suspeita, compartilhada por alguns integrantes da CBU, de que o Comdabra se preparava para mostrar mais do que mostrou a nós. Mas eles foram surpreendidos pela solicitação veemente e inesperada do UFO-Gênesis e Projeto Portal, que praticamente demandou “um tratamento idêntico ao dispensado à Revista UFO”. Deu para perceber o constrangimento desse ato. E, claro, os militares sabem quem é quem. Isso deve ter sido um dos elementos que restringiram uma ação maior dessa vez. E, ao que parece, a intenção do UFO-Gênesis e Projeto Portal parece ter sido essa mesmo. Leia mais sobre a Operação Prato e outros episódios envolvendo militares nos links indicados abaixo:
Links relacionados http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=369 http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=203 http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=11&id=139 http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=318 http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=3&id=6 http://www.vigilia.com.br/sessao.php?categ=0&id=412
http://www.ufo.com.br Por: Redação Vigília, redacao@vigilia.com.br Fonte: Portal Revista Vigília.
Fotos: Militares da FAB registraram em fotos OVNIs durante a Operação Prato (Arquivo PortalRevista Vigília) e Comissão de ufólogos acompanhada de militar do Comdabra, na sala de reuniões do órgão. No destaque Gevaerd e Brigadeiro Telles Ribeiro (Foto cortesia Revista UFO). Personalidades que viram UFOs:Personalidades que viram UFOs:
Cada vez mais pessoas vêem ou conhecem alguém que viu Objetos Voadores (OVNIs), em todo o mundo. Seja nos campos ou em grandes centros urbanos, à noite ou durante o dia, os relatos chegam em grande quantidade aos estudiosos. O Brasil, país de dimensões continentais, é um dos campeões em ocorrências envolvendo os chamados discos voadores. Torna-se mais difícil aos descrentes ridicularizar os que crêem na presença extraterrestre entre nós. O Grupo Ufo-Gênesis lista algumas personalidades brasileiras que alegam ter visto supostos discos voadores: Amaury Jr (Apresentador)
Baby "Consuelo" do Brasil (Cantora) Caetano Veloso (Cantor) Carlos Vereza (Ator) Carmen Balhestero (Esotérica) Celso Furtado (Economista e Ex-Ministro) Chico Buarque (Cantor) Coronel Ozires Silva (Ex-Ministro) Daniel (Cantor) (e o falecido João Paulo) Daniel Azulay (Desenhista) Dom Elder Câmara (Arcebispo) Edgar Picolli (DJ da MTV) Elba Ramalho (Cantora) Fábio Junior (Cantor) Fernando Henrique Cardoso (Presidente) Flávio Venturini (Cantor) Gilberto Gil (Cantor) Glória Menezes (Atriz) Guto (Filho do Moacir Franco) José Bonifácio de Oliveira Sobrinho (Boni) José de Paiva Neto (Presidente da LBV) José de Vasconcelos (Humorista) Lucélia Santos (Atriz) Lulu Santos (Cantor) Maria Bethânia (Cantora) Maurício de Sousa (Desenhista) Moacir Franco (Apresentador e Cantor) Ney Braga (Ex-Governador do Paraná) Norton Nascimento (Ator) Paulo Coelho (Escritor) Paulo Silvino (Ator) Raquel de Queiroz (Escritora) Raul Seixas (Cantor - Falecido) Rita Lee (Cantora) Renato Teixeira (Cantor) Ruth Cardoso (esposa do FHC) Sandra de Sá (Cantora) Sérgio Reis (Cantor) Tarcísio Meira (Ator) Tim Maia (Cantor - Falecido) Xororó (Cantor) Wanderléia (Cantora) Zé Ramalho (Cantor) Alguns famosos estrangeiros:
Boy George - Inglaterra - (Cantor)
Eric Gairy - Granada - (Ex-1º Ministro) Gillian Anderson - EUA - (Atriz) Jimmy Carter - EUA - (Ex-Presidente) Leonard Nemoy - EUA - (Ator) Nina Hagen - Alemanha - (Cantora) Shirley Maclaine - EUA - (Atriz) Steven Spielberg - EUA - (Diretor de Cinema) * A lista foi cedida pelos ufólogos Claudeir Covo e Mário Rangel.
Cantor Fábio Júnior narra seu avistamento:
O cantor narrou os seus dois avistamentos ufológicos, no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, na época em que era casado com a Glorinha. Ele pegou o seu carro e saiu feito um louco atrás do disco voador, a 180 Km/h.
O Fábio Jr. disse que também já viu um disco voador em São Paulo. Falou com naturalidade sobre o assunto, do qual é profundo conhecedor. Falou até em abdução. O irmão dele, Heraldo, também gosta muito de OVNIs. Fábio Jr. e seus dois irmãos, na adolescência, tiveram várias experiências estranhas, envolvendo discos voadores..." Tarcísio Meira, Glória Menezes e Boni:
"Eu estava na casa do Boni (ex-superintendente da Rede Globo) em Angra dos Reis com minha esposa Glória (Menezes), o Boni e uns amigos, num total de mais ou menos umas 8 pessoas. De repente, vimos algo no céu.
Eram quatro objetos em formação assimétrica. Tinha um, na frente, que parecia uma bola e era o mais luminoso. Fiquei espantado, mas gostei muito, achei bonito. Eles ficaram parados por um minuto, mais ou menos, e depois sumiram" Me deixou estarrecido e me senti, pela primeira vez, um homem primitivo e ignorante". Relata Tarcísio Meira, ator de novelas da Rede Globo. Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso e Celso Furtado:
FHC e outros presentes viram um OVNI em 1979, em Fortaleza (CE). Quem conta é o economista Celso Furtado, 81 anos, também presente ao episódio:
"Eu, Fernando Henrique, dona Ruth Cardoso e o embaixador Luciano Martins de Almeida vimos uma coisa estranha voando sobre o mar. Até hoje não consigo explicar o que era", conta. "Mas não acho, em hipótese nenhuma, que seja algo extraterrestre." Sérgio Reis:
"Estava pescando com duas pessoas no litoral paulista quando vi uma bola de luz branca e amarelada riscando o céu numa velocidade absurda, muito maior do que a de um Boeing. Ficou cruzando de um lado para outro a linha do horizonte durante horas, até que subiu em segundos. A velocidade era umas 100 vezes maior do que a de uma estrela cadente", Conta o cantor.
Chico Buarque e Maria Bethânia:
"Ainda guardo na memória a observação de dois UFOs fazendo piruetas no imenso céu de Copacabana, numa longínqua noite de junho dos anos 70", declara o cantor de 56 anos, que atualmente evita o assunto.
A cantora Maria Bethânia confirma:
"Quando eu e ele nos encontramos, sempre aparece disco voador", conta, com a maior naturalidade, à jornalista Regina Zappa, no livro Chico Buarque para todos.
Zé Ramalho:
Zé Ramalho adora falar sobre ETs e define-se como um estudioso do tema. Seu interesse começou nos anos 70, quando ele diz ter tido contato, ainda que de leve, com um Ovni. "Estava em uma fazenda em Pernambuco, em plena luz do dia, com dois amigos. De repente, atrás das nuvens, nós vimos uma sombra grande e escura, como se fosse uma nave-mãe. A forma e o tamanho não deixavam dúvida", relata o artista,
"Atualmente, temos aparições periódicas em todo o mundo. No Brasil, houve o caso de Varginha, que me fascinou principalmente por causa dos envolvidos: o Exército e até o legista Badan Palhares, que fez a autópsia da criatura", diz o artista, lembrando o caso ocorrido no interior de Minas Gerais. "Tudo leva a crer que, em futuro próximo, acontecerá um contato formalizado e público, com transmissão via TV, via Internet. Será a redenção da ufologia em todo o mundo", profetiza o cantor. "Mas é um assunto que temos de abordar de forma cautelosa, para não cair no ridículo." Amaury Junior:
Um de seus hobbies é ficar olhando o céu com dois telescópios de última geração. "Vejo Ovnis a toda hora. É algo absolutamente comum e sei muito bem distingui-los de um balão, de um avião ou de um astro celeste", garante o jornalista, que tem uma coleção de cerca de 140 documentários importados sobre o fenômeno. Amaury manteve por muitos anos um quadro em seu programa no qual gravava testemunhos de Ovnis, e pretende relançar a idéia em seu novo programa dominical. "As pessoas têm medo de fazer esse tipo de revelação porque caem no terreno da galhofa", afirma.
Carmen Balhestero:
Carmen Balhestero, que preside a Fraternidade Paz Universal e tem visões com ETs desde criança, quando passou a ser orientada por mestres espirituais vindos de outras dimensões. Explicando melhor: segundo os esotéricos, a Terra é um planeta da terceira dimensão, enquanto os extraterrestres vêm da sétima dimensão. Não têm corpo físico, como nós, mas apenas "corpo sutil". "A primeira vez que vi uma nave foi em 1969. Eram três, no céu. Essas naves se materializam e desmaterializam quando querem", conta Carmen. Em sua sede no bairro paulistano de Santana, ela atende fiéis de todas as religiões - e até Rita Lee e Roberto de Carvalho já freqüentaram suas palestras.
Carmen e seus seguidores crêem que os extraterrestres mais evoluídos, ou seres de luz - todos loiros, de olhos azuis, provenientes das estrelas Plêiades - são liderados pelo comandante Ashtar, uma emanação do Arcanjo Miguel. Os seres menos evoluídos, que são do mal, são chamados de greys (cinzentos), e se parecem com ETs de desenho animado tanto na aparência - possuem cabeçona e olhões - quanto no comportamento: são eles que raptam (ou "abduzem") os seres humanos. "Pessoas não evoluídas têm encontros com seres densos, como os greys", conta a médica e terapeuta Marta Vianna. "E as pessoas sutis encontram seres sutis." Simples assim. Ozires Silva:
Em 03/08/1995, entrevista do radialista Gilberto Pereira, Rádio Bandeirantes, Programa Balanço Geral, com o Claudeir Covo, com o jornalista Eduardo Marine da Revista Isto É e com a participação especial, por telefone, do Dr. Ozires Silva, ex-presidente da Petrobrás, ex-presidente da Embraer, ex-Ministro e ex-presidente da Varig:
P - Para começar o debate de hoje, eu vou chamar o testemunho de alguém que viveu esta emoção, de forma até intensa, embora seja um homem acostumado às coisas da Aeronáutica, do ar, dos aviões e tudo mais. Ele deve ter algo muito importante a relatar à gente. Porque, na oportunidade ele se viu envolvido num momento de muita tensão. Dr. Ozires Silva, ex-presidente da Petrobrás, ex-presidente da Embraer e ex-Ministro, como vai o senhor ?
Ozires - Bem obrigado, como é que está, tudo bem ? P - Tudo bem ? Ozires - Tudo bem obrigado.
P - Dr. Ozires, o senhor quando chegava, se não me engano de Brasília com destino à S. José dos Campos, me parece que numa determinada oportunidade o senhor se vê envolvido com Objetos Voadores Não Identificados, perfeito ?
Ozires - Foi, sem dúvida.
P - O senhor poderia relatar para a gente o que realmente aconteceu ?
Ozires - Olha, foi em maio de 1986, eu estava voando com um dos nossos aviões da Embraer, vindo de Brasília para São José, era noite, a minha hora de chegada era em torno de 21:00 horas, 09:00 horas da noite. Quando eu estava sobre Poços de Caldas, eu entrei em contato com o Centro de Controle de Brasília, solicitando autorização para iniciar a descida já para o aeródromo de São José dos Campos. O Controle autorizou, mas perguntou se eu estava vendo alguma coisa de estranho no ar. Eu disse que não, que não estava vendo nada, e eles me relataram que estavam tendo algo no radar, quer dizer, estavam tendo indicações no radar que existiam três objetos não identificados em torno de São José dos Campos há uma certa distância, um mais próximo de São Paulo, outro um pouco mais ao sul de São José e o outro na direção do Rio de Janeiro. Eu disse que não, mas que ficaria olhando na medida que descia. Quando estava bastante próximo de São José, há um momento no vôo que se transfere do Controle de Brasília para o Controle de aproximação de São Paulo. Um pouquinho antes de transferir eu perguntei se eles ainda tinham a imagem no radar e o que estava acontecendo, e aí, eles me deram a direção aonde eu deveria olhar, no azimute, e de fato eu olhei e vi, o corpo celeste bastante luminoso, em tudo parecia um lastro comum exceto pelo tamanho talvez um pouquinho mais alongado. Neste momento eu pedi autorização para o Controle para me dirigir, para voar na direção desse objeto, estava eu e o meu co-piloto sós a bordo, só nós dois, e nesse momento nós viramos para São Paulo, com a proa na direção de São Paulo, na direção do objeto, e voamos nessa direção, na direção desse objeto e cada vez se aproximando mais, mas ele se mantendo mais ou menos como estava, tinha uma certa cor alaranjada que talvez pudesse ser explicada até pela poluição de São Paulo que é laranja os astros celestes de um modo geral. Mas o fato é que o radar de Brasília tinha plotado esse objeto e astros celestes não aparecem no radar. Eu fiquei mantendo contato com o Controle, aí nessa altura já com Controle de São Paulo, eu fui na direção do objeto, mas na medida em que me aproximava ele foi desaparecendo, até que ele desapareceu por completo e eu retornei para São José. Quando estava no início novamente do tráfego para pousar em São José, o chefe do Controle me alertou que um segundo objeto estava agora na direção do Rio de Janeiro, bastante visível no radar. Novamente eu pedi orientação do radar de como eu me aproximar do objeto e seguir na direção dele, e na medida que eu chegava notei que ele estava em uma altitude bem mais baixa do que a minha. E aí nesse momento era um corpo bastante mais alongado talvez da cor de uma lâmpada fluorescente, uma lâmpada dessas comuns que vê aí, e ocorreu que ele estava abaixo de mim e eu circulei, circulei várias vezes o avião em torno dele, olhando pra baixo e sinceramente não sei dizer o que era. Era um objeto alongado como disse, do tipo de uma lâmpada fluorescente bastante claro e o problema é que eu não podia baixar mais. Era noite, a altitude que eu estava voando já era a altitude mínima para a área porque a área ali é bastante montanhosa, quer dizer, eu não podia baixar mais do que tinha abaixado, e ele continuou permanentemente ali abaixo. Eu com sinceridade não sei o que era, a única coisa que eu posso dizer é que na minha visão de aviador, eu tenho mais de quarenta anos de aviação, eu tenho visto objetos semelhantes, mas sempre de rastro que tem uma explicação, outra explicação e nesse caso em particular, isso era visto pelo radar em Brasília. No dia seguinte eu tentei falar com o Centro de Controle de Brasília, o CINDACTA, e tentar falar com o operador para ver o que o operador tinha visto em termos de radar, a essa altura o Ministério da Aeronáutica já estava fazendo uma investigação e infelizmente a qualidade dessa investigação não foi muito boa e não se pode chegar a nenhuma conclusão, mas essa efetivamente foi a minha experiência. P - Agora Dr. Ozires, inclusive nessa mesma noite me parece que houve uma ordem para que os caças da FAB saíssem em busca desses objetos, perfeito ?
Ozires -Foi sim, eles saíram e viram também o objeto, como também um piloto da Ponte Aérea. Naquela época a ponte aérea de São Paulo funcionava com os Electras, e o piloto da Ponte Aérea também reportou a mesma visão, agora o que é mais impressionante disso, quer dizer, é que efetivamente tinha um alvo no radar, eu acho que esse alvo no radar é que tem muito a nos contar. Eu não sei se é possível ainda localizar o operador do radar da época, quer dizer, as pessoas que fazem pesquisas nessas áreas podiam tentar fazer um contato com o operador do radar e tentar descrever o que ele viu efetivamente porque aí nós temos uma medida eletrônica clara, gravada, isso realmente é muito mais importante do que qualquer testemunho pessoal que se possa produzir.
P - Dr. Ozires, eu quero agradecer muito a sua participação, à sua atenção com a nossa produção, muita obrigado, viu.
Ozires - Eu é que agradeço, e se houver alguma coisa avisa a gente. Nós estamos muito curiosos.
Maurício de Souza:
O famoso desenhista Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica, o "Walt Disney brasileiro", avistou Objetos Voadores Não Identificados em duas ocasiões, entre 1998 e 1999. Numa das ocasiões, Maurício viajava em seu veículo por uma rodovia, enquanto que no segundo avistamento ele estava às margens de um lago, acompanhado de parentes. As experiências foram consideradas "inesquecíveis" pelo criador da "Turma da Mônica".
O primeiro avistamento aconteceu por volta das quatro horas da madrugada de 23/08/1998, quando o desenhista voltava em seu carro do Rio de Janeiro, em direção a São Paulo, pela antiga rodovia beira-mar. Quando estava nas proximidades das cidades de Poá e Ferraz de Vasconcelos, Maurício de Souza viu o que parecia ser apenas mais uma estrela no céu limpo e sem nuvens. "O ponto de luz começou a mover-se lentamente, mas depois de um tempo sua velocidade e seu brilho aumentaram bastante", contou o cartunista. Ele descreveu o OVNI como tendo uma intensa cor laranja e voando a grande altitude. O objeto liberava um rastro azulado. Outras pessoas também viram o mesmo fenômeno naquela ocasião. PERTO DO LAGO - Meses depois, em 24/01/1999, Maurício de Souza testemunhou as manobras de outro OVNI. Desta vez, foi na cidade paulista de Caçapava, quando estava à beira de um lago, acompanhado de parentes. Era algo oval e gigantesco, "do tamanho de um campo de futebol". O OVNI era verde-claro, brilhante e em sua volta haviam duas estreitas faixas coloridas, como "uma coroa fina de fogo circundando o aparelho". Nenhuma das pessoas já tinham presenciado algo parecido com aquele "espetáculo", como classificou o desenhista. Fonte: Portal Ufogênesis. Fotos:
1.Carmen Balhestero
2.Fábio Júnior e o ufólogo Claudeir Covo
3.Glória Menezes
4.Maurício de Souza
5.Tarcísio Meira
6.Zé Ramalho 8월 13일 Queimaduras fora do comum Queimaduras fora do comum
Quarta-Feira , 10 de Agosto de 2005 Seguindo a trilha dos relatos sobre as estranhas luzes que invadiram os céus do Pará, em 1977, a equipe do Linha Direta-Mistério fez novas descobertas. A queimadura deixada na pele dos moradores locais, a princípio provocada por um pequeno raio proveniente dos objetos luminosos avistados no céu, não eram comuns. Ao examinar mais atentamente as lesões, os médicos daquelas localidades perceberam a existência de pequenos orifícios no meio do ferimento, semelhantes a picadas de agulha. Uma médica da região constatou que algumas vítimas, que antes eram sadias, começavam a apresentar um profundo quadro de anemia. A população apelidou o fenômeno de “Chupa-chupa”, pois acreditava que aquele pequeno feixe de luz sugava o sangue das pessoas através dos ferimentos. Os ataques aos nativos aconteciam quase que diariamente. Assustadas e desprotegidas, muitas famílias optaram pela fuga: abandonaram seus lares e refugiaram-se na casa de parentes, em cidades onde a incidência do fenômeno era nula ou pequena. Acompanhe! A cada dia surgem mais informações. Para saber mais, leia sobre a Operação Prato.
Estranhas luzes no céu do BrasilEstranhas luzes no céu do Brasil
Sexta-Feira , 05 de Agosto de 2005 A equipe de reportagem do Linha Direta – Mistério da Rede Globo, está levantando uma história de outro mundo. Em 1977 moradores de pequenas cidades do litoral do Pará começaram a avistar no céu um série de luzes estranhas, bastante diferentes de avião, balão ou qualquer objeto voador que pudesse ser feito pelo homem. As luzes impressionavam a todos não só pelo brilho intenso, mas também pela bizarra movimentação, que parecia desafiar qualquer lei da física. Os avistamentos, porém, não eram o único contato que a população ribeirinha tinha com as luzes. O fenômeno, segundo alguns relatos ouvidos, emanava uma espécie de feixe luminoso, muito pequeno, que ao atingir a pele dos habitantes provocava uma pequena queimadura e deixava as vítimas em estado de inanição. A reportagem continua em campo levantando mais informações sobre este acontecimento. O programa vai ao ar nesta quinta feira 25/08/05 NÃO PERCA !!!
8월 12일 Mistério no Pentágono ! MISTÉRIO NO PENTÁGONO (11 DE SETEMBRO)
Em todos os desastres aéreos a carcaça do avião em questão é recolhida junto com as peças espalhadas e a aeronave é remontada para se compor o relatório do ocorrido. Este procedimento é seguido em todo o mundo. Mas, no caso do ataque ao pentágono, onde está o avião? Não há vestígios de nenhuma parte da malfadada aeronave?
O avião que dizem ter colidido com o Pentágono norte-americano foi literalmente tragado pelo chão ! Mas não há marcas! Onde está o Boeing 757 com 60 tonelatas de peso e carregando 5.300 galões de combustível ? Ao analizarmos a área de impacto no prédio do Pentágono, concluímos que nenhum avião poderia te-lo abalroado porque a área de impacto é bem menor do que o Boeing! Há perfurações internas no prédio pelas quais não passaria nem uma roda do avião, pelo seu pequeno tamanho! No local externo do impacto há bobinas com fiação elétrica (o prédio estava passando por uma reforma) intactas. As janelas a dois metros do que dizem ser o local do impacto estão como novas! Próximos ao Pentágono estão o Sheraton Hotel e o Departamento de Trânsito do Estado da Virginia e, embora esses prédios possuíssem câmeras de vigilância em funcionamento na ocasião do ocorrido, nehuma fita foi exibida pelas autoridades norte-americanas. Essas fitas contendo as gravações foram suprimidas e nunca foram analizadas por alguém. Pessoas influentes nas cercanias declararam ter visto algo como se fosse um míssil! (no caso um míssil com ogiva múltipla, pois há vários "buracos" no Pentágono) São eles: Tom Seilbert, Skarlet, Steve de Schiado, Don Perkal, e outros. Mas...e o avião, mesmo aos pedaços, onde está? Quem detonou esse míssil? ONDE ESTÁ O AVIÃO QUE SUMIU A 60 CENTÍMETROS DO IMPACTO VOANDO A 500 MILHAS POR HORA ? Isto nos faz lembrar as naves extraterrestres vistas entrando no solo no Nevado de Cachi, Argentina, Para que isto ocorra, seria preciso haver a bordo algum equipamento que modificasse instantaneamente as moléculas do solo para que a aeronave pudesse penetrá-lo. Esse procedimento já foi presenciado em vários lugares do mundo (Argentina, Sedona (USA), e outros). Tal equipamento que permite uma matéria penetrar em outra é também usado em abduções nas quais as vítimas declaram sempre que os extraterrestres atravessam paredes, portas, e janelas fechadas. Eu suspeito de que os terroristas tenham sido contatados pelos extraterrestres e assim, colaborado com o evento (Isto é uma loucura!!!)
Algo muito sério está em curso! Em uma das fotos, verá o tamanho do avião comparado com os sinais do impacto. Obviamente este avião NÃO bateu no Pentágono ! Foto UNESCO
Na outra foto, tirada de uma câmera automática localizada nas proximidades do Pentágono, no momento do impacto (Ainda não há fogo) MAS ONDE ESTÁ O AVIÃO ?
© 2005 Jorge Poggi Todos os direitos reservados. desenvolvido por LFP Produções. Fotos: Pentágono no dia do incidente. Ufos fotografados em 11 de setembro !UFOS FOTOGRAFADOS NO 11 DE SETEMBRO
Não se enganem, os alienígenas estão presentes em todos os eventos importantes que ocorrem na Terra! A título de exemplo, citamos o bárbaro ataque terrorista às Torres Gêmeas no Word Trade Center na capital dos Estados Unidos. A imprensa norte-americana, possivelmente censurada, silenciou sobre o que foi visto a mais naquele local. Contudo, correspondentes da imprensa japonesa tomaram fotos nítidas de todo o ocorrido e noticiaram com destaque a presença de UFOs durante o atentado.
Esses UFOs foram fotografados em meio à destruição causada pelo impacto dos aviões.
Esse atentado acelerou a geração de um conflito mundial que parece estar em andamento e cujos desdobramentos e futuras conseqüências tornam-se verdadeiramente imprevisíveis!
© 2004 Jorge Poggi Todos os direitos reservados. desenvolvido por LFP Produções.
Fonte: http://www.atahtiamat.com/materia06.php Fotos: Ufos fotografados no 11 de setembro. 8월 10일 Google Earth ! Procure no Google Earth, as coordenadas 37°38'10.63"N, 116°50'49.81"W lá você vai encontrar a Área 51 !
Muito interessante !
8월 9일 Representação polêmica...Esta representação é bem famosa nos meios ufológicos. Ela provaria a relação entre os antigos egípcios e o grupo de ET`s conhecidos como Greys. Uma simples análise na figura abaixo já é suficiente para descartar esta possibilidade. Todos os desenhos feitos pelos egípcios representavam homens e animais de perfil, como se pode notar no desenho abaixo. O homem está de perfil. Se o pretenso alienígena fosse um ser vivo ele também estaria de perfil. E não está!
(Mas então, de onde tiraram o modelo da figura?) fonte: CIPEX On-Line Foto: Antigos egípcios e o grupo de ET's conhecidos como Greys. Pinturas do século 12. Pinturas do século 12. Estão contidas no manuscrito Annales Laurissenses, que aborda eventos históricos e religiosos. O livro cita que em 776, em Sigiburg França, foram observados diversos discos luminosos sobre a região.
Fonte: CIPEX. Foto: Pintura do séc. XII 8월 8일 Uma Alienígena no Século XIX Casos de contatos com tripulantes de estranhos objetos são mais antigos do que se imagina. Em 1803, um estranho objeto discoidal apareceu flutuando no mar, na região de Hitachi, a 150 km de Tóquio. O objeto foi rebocado por pescadores até a praia, atraindo a atenção de todos os moradores locais. Deste objeto saiu uma mulher de aparência estranha, que trazia consigo uma caixa. Em nenhum momento ela largou a caixa e a protegia como se ela fosse de muita importância. Dois antigos livros japoneses, o Toen-shosetsu e o Ume-no-chiri, narram o episódio.
Segundo o Toen-shosetsu ("As Anedotas do Jardim dos Coelhos"), em 22 de fevereiro, por volta do meio dia, pescadores avistaram um objeto semelhante à um navio nas águas de Harayadori, em Hitachi, Japão. Eles seguiram até o objeto com seus barcos e o rebocaram para a praia. Seu formato era discoidal com mais de 5 metros de diâmetro. A parte inferior do objeto era metálica, e a parte de cima era composta de janelas de material semelhante ao vidro. Através destas janelas notaram a presença de uma mulher de aparência estranha que tinha cabelos e sobrancelhas vermelhas, com algum tipo de peruca branca e longa que caía por suas costas. A pele desta mulher era rosada.
A estranha mulher trazia uma caixa a tiracolo. Ela não largou a caixa em nenhum momento, demonstrando ser de grande importância para ela. Dentro do objeto, os pescadores encontraram alguns litros de água, frutas e comida. Após muita discussão entre os pescadores decidiu-se levá-la de volta ao mar.
No interior da nave estavam estampados numerosos caracteres que os pescadores pensavam ser ingleses. Por conseguinte, imaginaram que a alienígena fosse uma filha deserdada de um rei da Inglaterra, da América ou da Bengala. O desenho feito na época mostra a mulher com a sua caixa debaixo do braço, a nave e alguns dos caracteres “ingleses”.
O livro Umem-no-chiri ("O pó dos Abricós Japoneses”), escrito anos mais tarde, apresenta o mesmo caso, com algumas diferenças. Segundo este livro, o episódio teria ocorrido em 24 de março de 1803. O objeto seria semelhante à uma panela e teria boiado até a praia. Este texto conta que o objeto era preto na parte debaixo e tinha janelas em todos os lados. Na parte inferior haviam algumas tiras metálicas. Este objeto, segundo este texto, teria 18 metros de diâmetro e 3,6 de altura. A mulher teria 1,5 metros de altura e seus cabelos seriam negros. Seu traje era muito estranho e neste relato também possuía uma caixa a tiracolo. Segundo o ufólogo Masaru Mori, as distorções entre os dois relatos deve-se à uma falha na transmissão verbal. O Toen-shoetsu seria a fonte mais confiável, pois foi o primeiro a relatar o episódio. O segundo livro foi escrito somente em 1844. De qualquer modo, o local do fato, os detalhes do objeto e outros dados, como a existência da caixa preta, objetos e inscrições no interior do objeto, coincidem perfeitamente.
fonte: CIPEX On-Line Foto: Ilustração contida no livro Toen-Shoetsu A NOITE OFICIAL DOS OVNIS A NOITE OFICIAL DOS OVNIS
Por Claudeir Covo
"Quando um cientista ilustre, mas idoso, declara que alguma coisa é possível, quase
certamente tem razão. Quando declara que alguma coisa é impossível, muito provavelmente está errado"
(Lei de Clarke) Precisamos ter muito cuidado
para falar que isso ou aquilo é impossível, pois parece que o destino dos homens do planeta Terra é realizar ou provar coisas
impossíveis. Na história da humanidade sempre existiram cientistas aparentemente
competentes, que promulgaram as leis do que é tecnicamente possível ou impossível, demonstrando, às vezes, que estavam inteiramente errados enquanto a tinta da caneta mal secara. Nos dias atuais tudo
continua igual e certamente continuará a ser assim no futuro.
Recentemente, em 19 de maio de 1986, tivemos um "show" de discos voadores no céu brasileiro, a ponto de as autoridades da Aeronáutica virem a público afirmar que o espaço aéreo brasileiro foi invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida, os quais foram detectados pelos radares, foram acompanhados por aviões a jato, se movimentavam em altas velocidades, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o boom
característico, mudavam de cor, mudavam de trajetória, subiam, desciam, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar,
acompanhavam os aviões, ficavam parados, faziam ziguezague, causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas,
saturaram os radares, causaram
interferências nos equipamentos dos aviões a jato, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais.
Isso tudo foi informado oficialmente, e deve ser menos de 20% do que realmente
aconteceu.
A ORDEM DOS FATOS
20:50 horas – O operador da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos observa, por binóculo, dois pontos luminosos. A torre pede ao comandante Alcir Pereira da Silva, que viajava com o coronel
Ozires Silva, que fizesse uma busca visual do OVNI.
21:10 horas – Sinais luminosos são vistos pelo comandante Alcir e pelo coronel Ozires Silva.
21:14 horas – O controle de radar de São Paulo recebe sinais sem identificação.
21:15 horas – O controle de radar de São Paulo informa o Centro de Tráfego Aéreo de
Brasília.
21:20 horas – Brasília confirma a presença de sinais no radar.
21:23 horas – O primeiro jato F-5E sai da Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro, rumo a São José dos Campos (tenente Kleber Caldas Marinho).
22:45 horas – O radar de Anápolis, a 50 km de Goiânia, detecta os sinais e o primeiro
Mirage levanta vôo em busca dos OVNIs
(capitão Armindo Souza Viriato de Freitas).
22:50 horas – O segundo jato F-5E levanta vôo (capitão Márcio Brisola Jordão).
23:15 horas – O tenente Kleber vê bolas de luz pela primeira vez e começa a perseguir
os OVNIs.
23:17 horas – O segundo Mirage levanta vôo em Anápolis.
23:20 horas – O F-5E detecta, pela primeira vez, sinais pelo radar de bordo.
23:36 horas – O terceiro Mirage levanta vôo da base de Anápolis.
Mas no meio oficial, comentou-se muitas coisas que não foram mencionadas nos depoimentos, tais como: quando o F-5E era
seguido por treze OVNIs, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os
objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se que um objeto veio em alta velocidade e, de repente, parou bem à frente do avião, em rota iminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente
apavorado.
Considerando-se apenas as
informações oficiais, esses fatos só podem ser explicados dentro do contexto do fenômeno UFO ou simplesmente disco voador. O que importa é a origem desses
objetos, provavelmente extraterrestres, e a sua tecnologia indiscutivelmente muito
avançada e totalmente desconhecida pelos cientistas do planeta Terra. Nossas autoridades da Aeronáutica não souberam explicar o que eram esses objetos, limitando-se a dizer que só podem dar
explicações técnicas, e essas explicações eles não as têm. Foi formada uma comissão de estudos para analisar os fatos, e a conclusão certamente jamais será do conhecimento público. De certa forma, de positivo ficou o fato da Aeronáutica brasileira reconhecer publicamente que o
nosso espaço aéreo é invadido
constantemente por estranhos objetos de origem desconhecida, e, de negativo, ficou o lamentável fato que vários cientistas tentaram explicar o evento, dando um total de vinte e uma explicações distintas para um simples avistamento de OVNIs. Algumas tão infantis que é difícil acreditar que partiram
de cientistas.
Os ufólogos brasileiros e de outros países já estão acostumados a esse círculo
vicioso, no qual todas as vezes que acontece um fato ufológico de conhecimento público alguns cientistas, quase sempre os mesmos, dão entrevistas aos meios de comunicação totalmente contra a hipótese dos discos
voadores. Quem é o culpado dessa situação?
Os ufólogos, os cientistas ou os repórteres que procuram as pessoas erradas para explicar o que não conhecem? Ora, se eu
tenho um problema de coração, jamais irei procurar um mecânico para resolver o meu problema. O que observamos em alguns
cientistas é que eles querem explicar um fato ufológico como algo relativamente simples e conhecido, sem, no mínimo,
analisar os fatos.
Isso não acontece só no campo
ufológico, mas em todos os campos da ciência. Essas pessoas esquecem que a imaginação é um dos principais requisitos de um bom cientista. É importante ter um sólido conhecimento científico, o "sentido" da ciência e uma imaginação realmente
flexível. O mais espantoso é a velocidade com os quais aqueles que, em certo momento,declaram "é impossível" passam a dizer "eu sempre disse que podia ser feito".
Parecem mais políticos do que cientistas.
Mas quais as razões que levam um cientista a não admitir a existência dos discos voadores?
Contra fatos não há argumentos.
A ufologia é riquíssima em fatos, mas é mais fácil negar do que provar. Esses cientistas são conservadores, têm medo de cair no ridículo, ficam cegos pelos seus preconceitos, são incapazes de ver o que está diretamente na frente deles, recusam-se a aprender com a experiência ou
o assunto altera suas bases morais, sociais e religiosas, não sabemos, mas a história do
homem está repleta de exemplos dessa natureza, que mais tarde se revelaram errados.
O CONTROLE GRAVITACIONAL
Parece que a única coisa que separa o possível do impossível é o fator tempo.
Através dele, muitas coisas impossíveis passaram a ser possíveis, e as que hoje são
impossíveis certamente serão possíveis no futuro. O próprio fenômeno UFO nos mostra
como será o nosso futuro: controle da força gravitacional, teletransporte, viagens para
outros sistemas estelares, invisibilidade, controle total da matéria (átomos) realizando transmutações, e muitos outros
fatos ufológicos serão de domínio total dos nossos cientistas do amanhã.
Os erros do passado em nada têm alertado certos cientistas, que fazem questão de tapar o sol com a peneira. Houve uma época em que se disse que estavam
caindo pedras do céu, e os cientistas explicaram que isso era impossível. Mais tarde descobriu-se os meteoros. No século passado, por volta de 1880, a idéia da luz elétrica era um absurdo para muitos cientistas, menos para Thomas Alva Edson.
Quando as primeiras locomotivas estavam sendo construídas, os cientistas afirmavam clamorosamente que a "sufocação" seria o destino daqueles que atingissem a terrível velocidade de 50 km/h. No início do século passado (1900), os cientistas eram quase
unânimes em declarar que o mais pesado que o ar era impossível de voar e que tentar construir aeroplanos seria dar provas de
loucura. Na década de 1920, a idéia do vôo espacial também era uma loucura. Em 1957, quando era colocado em órbita terrestre o primeiro satélite artificial, um famoso cientista e inventor disse ao mundo que o homem jamais poria os pés na Lua, fato que
os repórteres lhe cobraram em 1969.
Enfim, teríamos milhares de exemplos para mostrar que a palavra "impossível" foi inventada pelos fracos, pelas pessoas que
não têm capacidade de enxergar um palmo na frente do nariz.
Também não seria assim tão
surpreendente se muitas coisas tidas como impossíveis se tornassem realidades graças a
brilhantes cientistas que insistiram em suas idéias, tendo como exemplo o fenômeno
ufológico. O próprio Einstein já falava em controle gravitacional na sua teoria da unificação dos campos. De onde surgiu essa
possibilidade? Analisando casos de discos voadores?
Infelizmente, esse gênio morreu antes de concluir sua teoria. Mas será que hoje já teríamos o controle gravitacional se Einstein a tivesse concluído? Sabemos que a NASA gasta fortunas em pesquisas, inclusive
sobre o controle gravitacional. Os discos voadores nos mostram que esse sonho certamente será uma realidade – é só uma questão de tempo.
O mais importante é que a
tecnologia é o resultado de novos sistemas e não o aperfeiçoamento de sistemas antigos.
Hoje cruzamos o oceano Atlântico cem vezes mais rápido do que há duzentos anos. Não
que os barcos andem cem vezes mais rápidos, mas sim porque hoje temos aviõesa jato. Atualmente o vôo com aviões a jato é coisa corriqueira, mas era um sonho há duzentos anos, uma fantasia impossível de se pensar. Fernão de Magalhães levou dois anos para dar uma volta ao mundo, mas hoje um astronauta leva apenas noventa minutos. No
seriado "Cosmos", do falecido Carl Sagan, falou-se do projeto sofisticado do jato de Guerra Bussard, que poderia viajar com uma velocidade próxima á da luz para aplicar uma dilatação relativística especial do tempo. É
somente um projeto? Ainda é um sonho? Os norte-americanos já falam em utilizar o ônibus espacial para construir naves dessa natureza no espaço. Aí envolve o fator dólares. Com uma nave dessa, na velocidade de 99,99% da velocidade da luz, poderíamos percorrer 37 anos-luz em dois meses, ou seja, poderíamos atingir qualquer uma das trezentas estrelas contidas em um raio de trinta anos-luz. Enquanto para os passageiros passariam somente dois meses,
para os habitantes da Terra passariam 37 anos.
TROCAR ACUSAÇÕES POR PESQUISAS
Os russos já conseguiram ficar
muitos meses no espaço, o que faz parte do preparo de uma viagem tripulada ao planeta
Marte. Loucura? Sonho? Ou uma realidade iminente? Parece que o homem veio do espaço e que o seu destino é retornar a ele.
A todo instante os discos voadores nos mostram essas possibilidades, mas há cientistas que não acreditam e falam com
uma ignorância arrogante. Há alguns anos, o físico César Lates deu uma entrevista à imprensa na qual afirmou que a vida é privilégio do planeta Terra em todo o Cosmos, e que a vida extraterrestre é um verdadeiro absurdo. Hoje a grande maioria
dos astrônomos e físicos acreditam na vida extraterrestre, porém não crêem que esses seres nos estejam visitando por meio de discos voadores. Esses cientistas dizem que uma nave do tipo Voyage I, viajando a uma velocidade de 50.000 km/h, para alcançar a
estrela mais próxima do nosso sistema solar, a Alfa do Centauro, distante 4,3 anos luz,
levaria aproximadamente 100.000 anos.
Seriam gerações e gerações dentro de uma nave espacial. Isso é válido para a nossa atual tecnologia, que tem apenas trinta anos na área das viagens espaciais. Ora, como estará a tecnologia de viagens espaciais de uma população de seres extraterrestres que tenham um milhão de anos à nossa frente?
Viajando a 50.000 km/h?
Na ufologia mundial há milhares de casos, riquíssimos em detalhes, envolvendo pessoas perfeitamente normais, mas alguns cientistas preferem simplesmente afirmar que essas pessoas são "loucas", no lugar de
pesquisarem a história que elas contam.
Esses cientistas deviam unir-se e provar cientificamente que os discos voadores não existem. Esses cientistas têm viseiras tão
fechadas que, se alguém entregar um disco voador a eles, é mais do que provável que ainda assim eles não acreditem. Quando analisamos os seus depoimentos, principalmente em relação ao evento de 19/05/86, verificamos que são absolutamente infundados e totalmente desencontrados; nenhum deles parou para analisar os depoimentos das autoridades da Aeronáutica. Eles só conseguiram provar duas coisas. Primeiro: que não conseguem
entender-se entre si. Segundo: na sua tentativa de provar que não era fenômeno extraterrestre, que não conhecem os fenômenos terrestres. E é lamentável que
eles tenham dado tantas explicações, algumas totalmente conflitantes entre si.
Acreditamos que eles devem ser bons profissionais, que realizam seus trabalhos como competência, mas tudo indica que
nunca pesquisaram um único caso de disco voador.
Fonte: INFA
(INSTITUTO NACIONAL DE INVESTIGAÇÃO DE FENÔMENOS
AEROESPACIAIS)
O Grande Black-Out de Nova York. O "Grande Black-Out", que atingiu em 9-11-1965 a cidade de Nova York, foi associado à presença, no céu de Manhattan, de luzes não identificadas. Centenas de outras pessoas observaram também o mesmo objeto luminoso, claramente visível nesta fotografia. Los Angeles em 25-2-1942. O famoso "Raid OVNI" sobre Los Angeles em 25-2-1942.
Nota-se uma formação de ovnis iluminada pelos holofotes da antiaérea. A fotografia, que no dia a seguir aparecia na primeira página do "Los Angeles Times", ilustra eloquentemente o evento. Tepotzlan, México - Carlos Diaz O material, sobre a nave espacial que Carlos Diaz vê durante os contatos, foi analisado escrupulosamente pela equipe do jornalista Jaime Maussan, pelos peritos da Universidade da Cidade do México e pelo americano Jim Dilettoso: todos confirmam a sua autenticidade. A sequência de duas imagens retiradas de um filme pouco conhecido, patrocinado pelo contactado mexicano Carlos Diaz. Pode-se ver o objeto emitir um feixe de laser dito ainda "coerente". Sebastopoli na CrimeiaMissão Apollo 14Foto NASA N. AS14-68-9453 - Missão Apollo 14 sulla Luna. A vista de um grande rochedo encontrado pela tripulação da Apollo 14.
O que desperta o interesse do astronauta, do qual se pode ver a sombra, ao ponto de este largar uma das suas ferramentas e de se virar em direcção à rocha em frente a ele? Parece-nos ser um rosto humano esculpido na rocha... Space Shuttle Columbia "STS-58" O Space Shuttle Columbia "STS-58" sobe no céu da Florida. Depois da descolagem, os dois foguetões separam-se, formando um "V" de fogo, enquanto que o Space Shuttle prossegue o seu vôo. (foto 1) De repente, uma formação constituída por duas esferas de luz aparece vinda do canto superior esquerdo e, cruza o percurso do Space Shuttle Columbia "STS-58" (um dos últimos fotogramas do filme). (foto 2) Ampliação da esfera maior, retirada da câmara de bordo, durante a descolagem do Space Shuttle Columbia "STS-58". (foto 3) Primeira série de 3 fotogramas retirados do filme do Space Shuttle Columbia "STS-58". É posta em evidência a esfera maior, enquanto que o objeto menor se move a grande velocidade do canto inferior direito para o canto superior esquerdo. (foto 4) Segunda série de 2 fotogramas retirados do filme do Space Shuttle Columbia "STS-58". É posta em evidência a esfera maior, enquanto que o objeto menor se move a grande velocidade do canto inferior direito para o canto superior esquerdo. (foto 5) Terceira série de 5 fotogramas retirados do filme do Space Shuttle Columbia "STS-58". É posta em evidência a esfera maior, enquanto que o objeto menor se move a grande velocidade do canto inferior direito para o canto superior esquerdo. (foto 6) Missão "STS-37" do Space Shuttle Atlantis Durante a missão "STS-37" do Space Shuttle Atlantis, um objeto metálico aparece vindo de cima e depois oscila em frente á câmara (move-se para a direita e para a esquerda, para cima e para baixo). No fundo da imagem pode ver-se a Terra. (foto 1) O OVNI tem a forma de uma esfera, semelhante aquele visto na missão "STS-51a", de Novembro de 1984. (foto 2) Ampliação da esfera de cor metal claro, retirada da câmara a bordo do Space Shuttle Atlantis "STS-37". (foto 3) 3 fotogramas retirados do filme do Space Shuttle Atlantis "STS-37". É posta em evidência a esfera de cor metal claro que se move do canto superior esquerdo para o canto inferior direito. (foto 4) |
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